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Bem vindo ao Coisas da Alma!

Despretensiosamente levando um pouco de espiritualidade ao mundo!

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domingo, 25 de novembro de 2012

O que é normal?




Descobertas recentes sobre a origem de algumas doenças, sobre as guerras, a violência e a destruição ecológica, nos levam a questionar certas normas ditadas pela sociedade, através dos consensos existentes.
Tem-se constatado que algumas normas sociais, passadas e atuais, levaram ou levam ao sofrimento moral ou físico dos indivíduos.
Há na maioria dos nossos contemporâneos uma crença bastante enraizada.
Segundo esta, tudo o que a maioria das pessoas pensa, sente, acredita ou faz, deve ser considerado como normal e, por conseguinte servir de guia para o comportamento de todo mundo e mesmo de roteiro para a educação.
O pesquisador e escritor Pierre Weil nos traz uma nova visão sobre esse tema.
Ele chama de normose ao conjunto de normas, valores, hábitos de pensar ou de agir aprovados pela maior parte de uma determinada população e que, em algum momento, levarão a sofrimentos.
Esses comportamentos são vivenciados sem que os seus autores tenham consciência dessa natureza prejudicial.
Um exemplo simples, entre vários que poderíamos abordar, é o do consumo de cigarros.
Até algum tempo, era considerado normal que as pessoas fumassem. Mas, à medida em que ficou comprovado que o ato de fumar causa sérios danos à saúde, esse hábito começou a ser questionado.
O resultado foi que essa normalidade caiu por terra.
Assim como essa conduta perdeu adeptos, outras formas de comportamento vistas como normais hoje, poderão deixar de ser logo mais.
Nem tudo o que a maioria das pessoas aprova, através dos hábitos de pensar ou de agir, é conveniente que adotemos para nós mesmos, para nossas famílias ou para a educação de nossos filhos.
Estejamos atentos para analisar hábitos novos que a sociedade nos impõe. Hábitos que, muitas vezes, vão se instalando lenta e gradativamente.
Passamos a substituir o cuidado com o corpo físico através do lazer e do esporte, pelas infindáveis horas à frente dos computadores, televisores e jogos digitais, acreditando que é normal porque a maioria age assim.
Aos poucos, passamos a considerar normal o hábito de ingerir bebida alcóolica, com frequência e em grandes quantidades, pautados na forma como um número considerável de pessoas decidiu agir.
Crianças e jovens desrespeitam pais, professores e colegas porque os outros também têm essa conduta.
Assim como esses, poderíamos citar muitos outros exemplos, mas cabe a cada um de nós identificar o que realmente tem valor em nossas vidas.
*   *   *
Jesus nos orientou a que vivêssemos no mundo sem sermos do mundo. É difícil não ceder aos apelos que sofremos constantemente. É difícil ser diferente, mas não impossível.
Basta que tenhamos a firmeza de agir de acordo com o que realmente acreditamos e enchermo-nos de coragem para dizer não, sem nos importarmos com críticas e julgamentos.
Sigamos em frente felizes, com a certeza de estarmos pautando nosso comportamento nos valores que carregamos em nosso íntimo.

Redação do Momento Espírita, com base em texto
do livro 
Normose, a patologia da normalidade, de Pierre Weil, Roberto Crema
e Yves Jean, ed. Versus.

Em  23.11.2012.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Ética nos terreiros

Olá pessoal!
Li o texto abaixo há algum tempo, é ótimo! muito realista, sem meias palavras! gostei muito!
Parabéns pela postagem amiga dos ventos!
Annapon



Ética nos terreiros, deveria ser matéria obrigatória? Ou é pertinente a criação do ser humano!


Afinal, o que é ética?

Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, Ética é "o estudo dos juízo de apreciação que se referem á conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, inerente ao ser humano!

Portanto, ética nas minhas palavras são princípios e regras morais.

A pergunta que não quer calar, Ética deveria ser ensino obrigatório nos terreiros ou faz parte da base educacional familiar?

Lembrando, que vivemos em sociedade e o que você faz ou deixa de fazer pode de alguma forma afetar o outro, como por exemplo: Você está incorporado tem consciência e uma pessoa aparece na sua frente armada, dizendo que vai matar a esposa em decorrência de uma possível traição, o que fazer?

Logicamente, que a entidade vai conduzir a conversa até uma solução pacífica, então, o consulente resolve deixar a arma com a entidade, o que fazer?

Entregar a arma ao consulente, afinal cada um é responsável por suas escolhas?

Denuncia-lo a policia, afinal, ele deixou a arma...mas quem quer matar se utiliza de outros apetrechos.

Quem nunca pensou em jogar a machadinha de Xangô na cabeça do chefe ou do marido...malei-me meu pai, confesso que já tive esse desejo...mas, passou...kkk.

São questões a se pensar, bem como, os atendimentos com os irmãos de terreiro! Deveria ser imposto um juramento para os atendimento ou isto, fica só subentendido?

Alguns dirigente, contam com a ética religiosa de cada um. Como se cada médium fosse um confessionário. Vale lembrar, que cada um conduz seu entendimento de ética como acha correto.

Vou colocar um exemplo para facilitar: Existem centros que são de família ou trabalham famílias e por acaso do destino um tio que está com uma doença muito grave e não contou para os demais familiares passa com sua entidade, o médium por tem a consciência, saberá do problema o que fazer é o primeiro conflito moral do médium?

Faz diferença um médium de 16 ou um de 50 anos filtrar a informação e se ele resolver contar para seu núcleo familiar, como fica a estrutura da família e a credibilidade em seu silêncio como religioso.

Talvez, por isso, antigamente o médium ser ou "se dizer" inconsciente era conveniente a todos.

Qual a idade correta para começar o atendimento, não digo isso por causa do guia, que é um espírito evoluído! Mas sim, pela pouca vivência ou imaturidade do médium...se é que isso é um pré-requisito?

O que coloco em questão é a ética dos atendimentos e as pessoas que depois, comentam sobre o que o consulente falou, será que o médium é tão superior assim, que se dá ao direito de julgar seu irmão?

Não, falo só de uma situação ou de um terreiro...já vi e ouvi isso acontecer por diversas vezes.

Inclusive um irmão que disse não vai mais atender minha mãe, porque ela questionou os ensinamentos da entidade dele.

Não me cabe levar isso ao dirigente, cabe apenas análise do perfil do médium...é um ponto a se refletir!

Já ouvi em uma reunião que certa pessoa não por vontade atenderia algumas, prontamente o dirigente disse que isso é uma lição para ela e para as outras que criticaram o atendimento desta!

Como se não bastasse, tem os recados que são mandados através da "entidades"!

Incrível como essas ficam dando recados, é excesso de soberbia ou falta de caráter ou coragem, estou suavizando? Também, vou me manter nos bastidores, porque há coisas que dificilmente mudam e eu não estou para transgredir nada, apenas aprendo e jogo no blog!

Postei esse mesmo texto no Blog da Rede Brasileira de Umbanda e encontrei estórias bem parecidas, o que está acontecendo?

E se eu fosse dirigente, como deveria agir ou evitar evitando que isso ocorresse no terreiro?



E quem quiser que conte outra!

do blog http://amigadosventosnosatabaquesdavida.blogspot.com.br/2009/11/afinal-o-que-e-etica-segundo-o.html

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A minha Empresa é Espiritual?







A minha Empresa é Espiritual?

Logo no inicio da palestra fui surpreendido com esta pergunta vinda por parte de um participante presente na plateia. César a minha Empresa é Espiritual?
Retornei sua pergunta com uma das especialidades dos Coach, encontrar a solução a partir da resposta do cliente.

Você é uma pessoa espiritual? Olha sinceramente não acredito nestas baboseiras! Então você já tem a resposta para sua pergunta.
As respostas que buscamos sempre estiveram ao nosso alcance e no fundo já sabemos do seu resultado.

“Eu sou a resposta para tudo o que você busca.” Esta frase do Mestre vem concretizar que somos seres espirituais vindos de uma fonte infinita de espiritualidade e sabedoria.

Acreditem muitas empresas, não importa seus tamanhos estão se destruindo dia a dia e nem imaginam o que possa estar acontecendo, desarmonia entre os proprietários, colaboradores, clientes, fornecedores, sócios, movidos por uma única palavra: Visão materialista do TER e esquecendo o lado bonito, diria o lado divino da vida o do SER, ser mais espiritual, ser mais feliz, ser mais humano, ser mais preocupado com as pessoas, com a família, com o relacionamento, com a criação dos filhos, com o amor, isto sim é ser espiritualizado e isto reflete na vida nos negócios e nas atitudes tomadas diariamente.

Espiritualidade nas empresas não tem a ver com religião, igreja, dogmas ou ideologias. Trata apenas da elevação dos “valores organizacionais”. Nada mais do que isso. Vânia Faria - Consultora em desenvolvimento Humano e Organizacional.

Acreditem não temos mais como negar a espiritualidade está nos negócios em forma de capital intelectual, de gestão do conhecimento, de responsabilidade social, da ética e moral corporativa, da economia solidária, da ecologia, do desenvolvimento sustentável, da qualidade de vida, dos valores e princípios éticos. 

Com esta premissa de que somos pessoas espirituais com infinita sabedoria interior, devemos utilizar das técnicas e proporcionar um reposicionamento e uma nova maneira de enfrentarmos a nós mesmos e ao mundo em que vivemos através da luz interior. 

Somos seres guiados por uma LUZ e esta luz nos convida dia a dia a sermos seres melhores em todos os sentidos da vida. Acreditem ainda podemos curar nossas vidas, nossos negócios que estão padecendo dos males do século: a falta de visão espiritual!


César Lustosa
Escritor e Palestrante
www.cesarlustosa.com

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Magnetismo, eteriatria e cromoterapia.

Olá amigos!
Recomendo a todos que se interessam pelas "coisas da alma" e, do corpo, que assistam ao vídeo abaixo postado.
Com linguagem simples e clara, mais uma vez o pessoal do Triângulo da Fraternidade, vem falar sobre assuntos de extrema importância, principalmente aos médiuns, sejam eles de Umbanda ou de outra religião.
É um vídeo mais ou menos longo, porém, muito esclarecedor. Sempre vale a pena conhecer e rever conceitos! Aproveitem e sejam sempre muito bem vindos a este nosso espaço!
Annapon


domingo, 4 de novembro de 2012

Umbanda, essa desconhecida - Roger Feraudy -




Nossos sinceros agradecimentos a AYOM Records pela autorização para utilização dos pontos neste vídeo.

Texto extraído do Livro: Umbanda essa desconhecida de Roger Feraudy. Editora do Conhecimento, 4ª Edição, 2004. 1— A Umbanda crê em um Ser Supremo, o Deus único, criador de todas as religiões monoteístas. Os orixás são emanações da Divindade, como de todos os seres criados. 2— O propósito maior dos seres criados é a evolução, o progresso rumo à Luz Divina. Isso se efetiva pelas vidas sucessivas: a Lei da Reencarnação, o caminho do aperfeiçoamento. 3— Existe uma Lei de Justiça universal, que determina a cada um colher o fruto de suas ações, conhecida como Lei do Carma. 4— A Umbanda se rege pela Lei da Fraternidade Universal: todos os seres são irmãos por terem a mesma origem, e devemos fazer a cada um aquilo que gostaríamos que fosse feito a nós. 5— A Umbanda possui identidade própria e não se confunde com outras religiões ou cultos, embora a todos respeite fraternalmente, partilhando alguns princípios com muitos deles. 6— A Umbanda está a serviço da Lei Divina e só visa ao bem. Qualquer ação que não respeite o livre-arbítrio das criaturas, que implique em malefício ou prejuízo de alguém ou se utilize de magia negativa, não é umbanda. 7— A Umbanda não realiza em qualquer hipótese o sacrifício ritualístico de animais nem utiliza quaisquer elementos destes ritos em oferendas, ou trabalhos. 8— A Umbanda não preconiza a colocação de despachos ou oferendas em esquinas urbanas e sua reverência às forças da natureza implica preservação e respeito a todos os ambientes naturais da Terra. 9— Todo serviço da Umbanda é de caridade, jamais cobrando ou aceitando retribuição de qualquer espécie por atendimentos, consultas ou trabalhos. Quem cobra por serviço espiritual não é umbandista.


Um espírito amigo

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