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Bem vindo ao Coisas da Alma!

Despretensiosamente levando um pouco de espiritualidade ao mundo!

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domingo, 27 de maio de 2012

O Evangelho à Luz do Cosmo - palestra -

Olá amigos!
Compartilho mais um bom vídeo, fruto do excelente trabalho que a casa Triângulo da Fraternidade vem realizando em prol do conhecimento.
Apenas gostaria de comentar que quando nos sentimos magoados, irritados ou injustiçados por alguém, devemos sim falar com a pessoa que nos colocou em tal estado, porém, falar na hora certa, deixando o momento de raiva ou irritação passar para que a conversa necessária para a extinção do mal ocorra de forma tal que nos beneficie e não promova mais dissabor. Creio que isso seja necessário para que o rancor causado pelo não esclarecimento dos fatos, não se abrigue em nosso coração gerando assim ainda mais tristeza ou frustração.
Quanto ao núcleo familiar abrigar algozes do passado, concordo em partes, pois não apenas de algozes e vítimas estamos cercados, mas também de velhos amigos que voltaram para nos estender suas mãos, do contrário a convivência seria amarga demais, minando as forças necessárias que devemos ter para que o amor supere todo o mal que se fez ou que se sofreu.
Annapon





terça-feira, 22 de maio de 2012

Cangoma a Chamar - Umbanda - Magia Brasileira -


Olá pessoal!
Compartilho com alegria essa beleza de texto e de canção, retirado do site Teoria da Conspiração, de muito bom conteúdo, com voces, meus amigos, manos de fé e de caminhada!
Que nossa Mãe Umbanda nos abençoe, acolha e fortaleça para que juntos possamos levar ao mundo a bandeira alva de Oxalá com fé, esperança e amor!
Annapon

(atenção: este é um artigo musical, tenha ouvidos atentos)
Shhh… Escute, você ouve este som etéreo, distante? Perecem, parecem tambores… Tambores, e um lamento estranhamente alegre…
O último dia 13 de maio de 2012 foi um dia muito especial. Não pelo dia em si, mas pelo que simbolizou: a união da comemoração dofim legal da escravidão no Brasil, e a comemoração do dia das mães. Além de terem caído num mesmo dia, este dia foi um domingo, pois no Brasil se comemora o dia das mães sempre no segundo domingo de maio. Ora, em muitas casas de umbanda, ou casas espíritas e espiritualistas que são simpáticas a umbanda, se realiza uma festa no domingo mais próximo do dia que simboliza a libertação dos escravos no país – ou seja, além de neste ano a festa poder ter sido realizada no próprio domingo em si, ainda foi dia das mães.
Para compreender a importância disso, é preciso retornar alguns séculos no tempo e visualizar a barbárie que os povos europeus, ditos civilizados, realizaram na África. A escravidão não significava apenas o roubo dos adultos mais saudáveis e promissores de um reino ou grupo étnico africano, mas a separação de mães e filhos, e filhos e mães: a pura devastação daquilo que nos é tão sagrado, a família. Deste modo, podemos supor que não era tanto por saudades de sua terra que os escravos choravam, nem tanto por serem açoitados e tratados como animais selvagens, mas antes por terem deixado pais, mães, esposas e até mesmo filhos, em sua terra natal – para jamais os ver novamente, nem sequer receber cartas.
Pensemos nisso quando reclamamos de nossa dor de dente, do time de futebol que perdeu a final do campeonato, ou daquele concurso público em que não passamos, e deixamos de ganhar alguns milhares de reais a mais do que já ganhamos… Os que vieram da África, esses sim tiveram razão do que reclamar.
Mas, como foi… Como foi então que os negros puderam enxugar suas lágrimas, e amenizar sua dor? Como poderia ter sido, que não através do espírito? Pois eles não poderiam sequer escrever cartas que pudessem atravessar o oceano, mas sabiam que enquanto remavam ao Brasil, tinham a Senhora do Mar abaixo, e o Senhor dos Ventos acima – os orixás ainda estavam com eles, e a espiritualidade foi sua ponte entre o Brasil e a África, ponte esta que jaz firme até hoje.
Foi isto mesmo: nós os retiramos de sua terra, os açoitamos e dissemos que nos pertenciam, pois sequer tinham alma… E o com o que eles nos retribuíram? Axé, danças e tambores…
A festa que se realiza no 13 de maio é a festa dos pretos velhos. Pense nisso: hoje a ciência sabe que toda a humanidade migrou da África para o restante do globo, a África é a mãe dos homo sapiens, a nossa mãe. Se um genuíno preto velho é um dessesespíritos antigos, é bem capaz de fazer parte do grupo espiritual mais antigo da Terra – a despeito dos outros que migraram de outras casas. Kardec nos alertou que “os espíritos falam apenas do que sabem”, e ele tinha razão; Porém, alguns dos pretos velhos que aparecem para papear em tais festas podem saber muito, muito mesmo, pois são tão antigos quanto os primeiros xamãs, e tão sábios quanto os primeiros filósofos.
E há ainda aqueles espíritos que, cansados de toda a formalidade e prepotência que se encontra em outras doutrinas ditas civilizadas, resolvem aparecer como pretos velhos, de barba branca e encaracolada, olhos profundos como o mar, voz adocicada como a primavera, e arqueados pelos séculos em suas bengalas imaginárias. Sabe-se que o grandeBezerra de Meneses volta e meia aparece como um destes pretos velhos, quem sabe quantos sábios de outrora não preferem se utilizar deste mesmo símbolo, e permanecerem anônimos nas danças de tambor?
Lai ê, lai ê, lai á, disse levanta povo… Ouvem alguma coisa agora? Acho que está vindo lá do fundo…
Vissungos eram os cantos dos escravos utilizados nas lavras de diamante e ouro, ao redor da região de Diamantina, em Minas Gerais. Alguns de seus cantos atestam como o fim da escravidão no Brasil foi muito mais legal do que real, e como foi ser liberto em uma terra que não era a sua, que não era a Mãe África. Embora alguns dos legisladores brasileiros, e alguns dos artistas e pensadores da época, fossem genuinamente simpáticos aos ex-escravos, a maioria não era, e todos sabemos quantas gerações foram necessárias para que eles fossem aceitos como cidadãos, como seres que têm alma e, portanto, direitos.
Mas a alma de alguns deles era imensa, tão imensa que jamais foi embora, e sorrateiramente infiltrou-se em nossa cultura, nossa religião, nosso pensamento… Já disseram que os orixás eram demônios, mas como demônios poderiam compor canções tão belas quanto os cantos dos escravos de Minas, da Bahia, do Rio, doMaranhão?
Clementina de Jesus foi uma grande cantora tardia que, do alto de seus 60 e poucos anos, ainda assim teve o tempo e a vitalidade para nos deixar alguns clássicos da música popular brasileira. Clementina, como neta de uma escrava, cantava com propriedade.
Foi sua voz quem nos resgatou um dos mais belos vissungos de Minas, e que, por ser tão belo e profundo, nos serve como um verdadeiro mantra para a libertação… A libertação dos preconceitos, a libertação da ignorância, a libertação do ego, para que um dia, como os pretos velhos, possamos apenas dançar ao som do tambor, dacangoma [1], e nos esquecer, por um breve momento, de toda a dor do mundo…
Tava durumindo
Cangoma me chamou
Disse: levanta povo,
Cativeiro já acabou!
Agora sim, todos estamos a ouvir… Vamos então cantar, e fazer desse canto um hino de liberdade… Até que todo cativeiro fique para trás, e a nossa frente, apenas a Mãe África, e milhares de pretos velhos a nos saudar.
Áudio de Cangoma me chamou – Mawaca (em 2:00 ouve-se a voz de Clementina, uma gravação inserida na música).
» Veja também Mawaca cantando ao vivo este mantra (o áudio não está lá muito bom).
» Ouça Clementina de Jesus no original (esta versão é obviamente muito mais próxima do que se ouvia em Minas).
***
Sentido e escrito por raph, branco de pele, africano de dna, iluminado na alma por alguma luz que não sabe dizer a cor…
[1] Há um tambor grande chamado de cangoma ou angoma. Esse tambor avisa, no registro da canção, o fim da escravidão, como os sinos das igrejas que tocavam avisando e marcando os momentos importantes da vida da comunidade.
Crédito das imagens: Google Image Search

Rafael Arrais é autor da coluna Textos para Reflexão no TdC, mas de vez em quando aparece por aqui também…

terça-feira, 15 de maio de 2012

Ramatís - Norberto Peixoto parte 1 ( Umbanda )

Olá amigos!
É com muita alegria que compartilho esse excelente vídeo!
Norberto Peixoto vem realizando um belo trabalho não apenas junto a Ramatís, mas também pelo movimento de Umbanda no Brasil.
A entrevista abaixo é rica de ensinamentos e esclarecimentos. Espero que gostem!
Annapon


Primeira parte da entrevista de Norberto Peixoto no programa "Ramatís - Uma Proposta de Luz", concedida aos irmãos Sidnei Carvalho e Zanarotti.
Programa exibido em 05/05/2012.
http://www.triangulodafraternidade.com/

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Heroísmo Materno






Heroísmo Materno


Foi em dezembro de 1944 que tudo começou. Caminhões chegaram no campo de concentração de Bergen-Belsen e despejaram 54 crianças. A mais velha tinha 14 anos e havia muitos bebês.

No alojamento das mulheres, Luba Gercak dormia. Acordou sua vizinha de beliche e lhe perguntou: Está escutando? É choro de criança.

A outra lhe disse que voltasse a dormir. Ela devia estar sonhando. Todos conheciam a história de Luba. Ainda adolescente se casara com um marceneiro e tiveram um filho, Isaac.

Quando veio a guerra, os nazistas lhe arrancaram dos braços o filho de três anos e o jogaram em um caminhão, junto com outras crianças e velhos.

Todos inúteis para o trabalho e, portanto, com destino certo: a câmara de gás.

Logo mais, ela pôde ver um outro caminhão arrastando o corpo, sem vida, do marido.

No primeiro momento, desistira de viver. Depois, a fé lhe visitou a alma e ela percebeu que Deus esperava muito mais dela. Então, passou a ser voluntária nas enfermarias.

Agora, Luba ouvia choro de crianças. Quem seriam?

Abriu a porta do alojamento e viu meninos, meninas, bebês apinhados, em choro, no meio do campo. Separados de seus pais, se encontravam desnorteados e tinham fome e frio.

Luba as trouxe para dentro. E porque protestassem as demais ocupantes do infecto alojamento, ela as repreendeu, dizendo:

Vocês não são mães? Se fossem seus filhos, diriam para que eu os deixasse morrer de frio? Eles são filhos de alguém.

Em verdade, o que suas companheiras temiam era a fúria dos soldados da SS.

Luba agradeceu a Deus por lhe ter enviado aquelas crianças. O seu filho morrera, mas faria tudo para que aquelas crianças vivessem.

Foi até o oficial da SS no acampamento e lhe contou o que fizera. Pôs sua mão no braço dele e suplicou.

Ele se deu conta que ela o tocara, o que era proibido, e lhe aplicou um soco em pleno rosto, fazendo-a cair.

Ela se levantou, o lábio sangrando e falou: Sou mãe. Perdi meu filho em Auschwitz. Você tem idade para ser avô. Por que há de querer maltratar crianças e bebês?

Fique com elas, foi a resposta seca do oficial.

Mas ficar com elas não era suficiente. Era necessário alimentá-las. Nos dias que se seguiram, todas as manhãs, ela ia ao depósito, à cozinha, à padaria, implorando, barganhando e roubando alimentos.

Os meninos ficavam à janela e quando a viam chegar diziam uns aos outros: Lá vem irmã Luba. Ela traz comida para nós!

À noite, ela cantava canções de ninar e as abraçava. Era a mãe que lhes faltava. As crianças, que falavam holandês, não entendiam as palavras de Luba, que era polonesa, mas compreendiam seu amor.

Em 15 de abril de 1945, os tanques britânicos entraram no campo, vitoriosos, e em seis idiomas passaram a rugir os alto-falantes: Estão livres! Livres!

Luba conseguira salvar 52 das 54 crianças que adotara como filhos do coração.

* * *

Em abril de 1995, 50 anos após a libertação, cerca de 30 homens e mulheres se reuniram na Prefeitura de Amsterdã para homenagear aquela mulher.

Recebeu, em nome da Rainha Beatriz, a medalha de prata por serviços humanitários.

No entanto, declarou que sua maior recompensa era estar com aqueles seus filhos que, com o apoio de Deus, conseguira salvar da sombra dos campos da morte.

* * *
Por isso tudo nunca pensemos que somos muito pequenos para lutar pelas grandes causas, ou que estamos sós. Quem batalha pela justiça, tem um insuperável aliado que se chama Deus, nosso Pai.


Redação do Momento Espírita com base no artigo “Uma heroína no inferno”, publicada na Revista Seleções do Reader’s Digest, de março de 1999.
Em 27.02.2008.

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Neste dia de hoje, ofereço a todas as mulheres que foram, são, ou ainda serão mães, este lindo cravo branco. Com todo o meu carinho, respeito e admiração. Beijos. Adriana.


Para saber mais sobre a origem/criação do Dia das Mães (e porque ofereço o cravo), acessem os links:






sexta-feira, 4 de maio de 2012

Cantando pela Paz - linda canção -



Compartilho com muito prazer essa pérola!
Annapon




Linda canção pela Paz, do fantástico projeto 'Playing For Change' que reúne músicos de todas as partes do mundo para cantar pela Paz.
Nesta versão o mantra OM SAT CHIT ANANDA (Aum Sat Chit Ananda) é o refrão com vocais de Sandra de Sá (Brasil) e Ilo Ferreira (Cabo Verde). Músicos de Salvador, Rio de Janeiro - Afro Reggae (Brasil), Jamaica, Cuba, Índia, Argentina, Espanha e Estados Unidos. Lyrics by Enzo Buono & Carolina Farias

A música é a linguagem Universal de Amor e Paz... Abra o seu coração para sentir...

Para Comprar o CD / DVD aqui:

http://store.playingforchange.com/vItem.aspx?ID=47

Para conhecer o projeto:

http://playingforchange.com/


Letra da música e do mantra refrão desta canção:


* Peça a Deus, ...

Que os homens encontrem os seus passos perdidos,

e que os sonhos despertem esses olhos dormidos,

que o Amor transborde e vivamos em Paz...

Que os dias terminem com os braços cansados,

e que a sorte só queira estar ao teu lado,

que a dor não lhe assombre nem lhe cause desespero, peça a Deus...


* Sat Chit Ananda Parabrahma
Purushotahma Paramatma
Sri Bhagavathi Sameetha
Sri Bhagavathe Namaha


Peça a Deus,... que nos mande do céu muita sabedoria,

um Amor verdadeiro, .. que ninguém passe fome,

um abraço de irmão, que vivamos em Paz...

Que terminem as guerras e também a pobreza.

Encontrar alegrias entre tanta tristeza,

que a Luz ilumine as almas perdidas e um futuro melhor.



* Sat-Chit Ananda Parabrahma,

Purushotahma, Paramatma,

Sri Bhagavathi Sameetha,

Sri Bhagavathe Namah


*** Significado do mantra:

OM - o som primordial do universo, o universo vibra o som.

SAT - sem forma, o vazio que permeia tudo do universo.

CHIT - Espírito Supremo infinito do universo, ou Consciência Pura.

ANANDA - ananda - a alegria, a felicidade eterna.

Parabrahma - Supremo Criador.

Purushothama - a energia da encarnação do Senhor Vishnu, que leva e ajuda a humanidade.

PARAMATHMA - a energia interior suprema que está presente em cada ser (o Deus interior que nos conduz e nos ajuda).


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Diferença entre Umbanda, Kardecismo e Candomblé

Olá amigos!
Excelente a explicação que Gero Maita dá nesse curto vídeo!
A todos que se interessam pelas coisas da alma, o meu abraço!
Annapon


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