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Bem vindo ao Coisas da Alma!

Despretensiosamente levando um pouco de espiritualidade ao mundo!

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terça-feira, 29 de março de 2011

Rubens Saraceni fala sobre Pombas Gira e Exu em entrevista

Olá amigos!
Essa é uma boa entrevista de Rubens Saraceni à TV Mundo Maior - Programa de Ramatís -
Na entrevista Rubens esclarece alguns assuntos polêmicos que giram em torno dos "mistérios" Exu e Pomba Gira. 

segunda-feira, 28 de março de 2011

Os Chacras (Por Wagner Borges)

Quando você precisa desenvolver sua mediunidade




Quando você precisa desenvolver a sua mediunidade
Quantos já ouviram esta expressão ?

É uma frase típica, muito utilizada nos centros espíritas / espiritualistas, que possui um significado amplo. No entanto o sentido que essa palavra produz nas pessoas que ouvem, muitas vezes é distorcido em relação ao seu verdadeiro significado.
Como sabemos, a mediunidade é um instrumento de evolução. Ela nos possibilita um crescimento mais rápido, na direção da realização de nossa missão. O que seria de nós sem as possibilidades mediúnicas que ganhamos de Deus ?
Então, pense. Certo dia, lá em cima do plano astral, o Papai do Céu nos escalou. Isso mesmo, como um técnico de futebol, que chama seu jogador para entrar em campo. Ele veio e falou:
"Você vai descer, vai voltar para a escola (Planeta Terra). Precisa aprender, evoluir, resgatar muitas coisas, por isso precisa descer...Mas, você sabe que sua necessidade é grande, possui muitas coisas para curar, muitos erros de outrora para corrigir. Dessa forma, uma existência apenas não seria tempo suficiente para tanto. Por isso filho, vou te proporcionar a mediunidade, como um instrumento para ajudar você a fazer muito mais coisas em menos tempo.


Sem essa faculdade, isso não seria possível, pois ela lhe ajudará a otimizar sua encarnação, ou seja, sua experiência no plano físico, que é tão necessário para a reforma íntima".

" Essa dádiva vai lhe permitir fazer grandes tarefas, o que será muito importante para que consiguas aproveitar muito bem sua encarnação e seu propósito nessa descida. Entenda que ela é uma grande aliada na sua empreitada, é um presente para lhe ajudar. A mediunidade é como a Betoneira para o pedreiro. Ajuda a virar a massa, mexer o cimento com muito mais facilidade. Sem ela, a obra demoraria muito mais tempo, geraria muito mais desgaste..."

E assim nascemos no plano físico, nos desenvolvemos e chegamos a maturidade (física apenas). E meio a tantas ilusões e tantos distanciamentos em relação a nossa essência divina, acabamos considerando a mediunidade um "Fardo" ! Esquecemos-no do seu real objetivo...Isso é "cuspir para cima". Um equívoco sem igual ! Desperdiçamos uma oportunidade incrível.
Centros espíritas / espiritualistas, através de seus orientadores, trabalhadores e monitores, alertam para as pessoas sobre a necessidade de trabalhar a mediunidade e desenvolver a espiritualidade. Normalmente, atuam de maneira amorosa, respeitando o livre-arbítrio de cada um. No entanto é normal, as pessoas fazerem mal uso dessa liberdade de escolha.
Alienadas de sua finalidade aqui na Terra, acabam que por rejeitar a sugestão para desenvolver a sua mediunidade. A recebem como uma coisa ruim, algo incômodo, realmente um fardo.


Se essas casas de amparo e desenvolvimento espiritual pudessem interferir na escolha das pessoas, seus orientadores diriam assim: " Meu irmão, se liga, você recebe um presente de Deus, chamado mediunidade, não porque você é um ser iluminado ou puro, tampouco porque você possui dons extraterrestres. Simplesmente porque você está abarrotado de coisas (karmas) para curar...Você tem a obrigação de mergulhar nesse entendimento, mas o azar é seu se você virar as costas para essa
necessidade, e quiser desperdiçar mais essa oportunidade de evolução."

Entenda que chegou a hora de você utilizar esse poderoso recurso, como um instrumento para dinamizar a sua tarefa de curar-se ! Redimir-se de erros do passado e evoluir. Essa é a meta de todos !

Com isso, se você fizer bom uso desse instrumento, quando o ciclo dessa vida se finalizar e o desencarne chegar, você voltará ao grande Pai, O Supremo Técnico de Futebol, e ele terá o prazer em lhe dizer:

" Parabéns, que ótima partida você realizou, que grande jogo ! Agora descanse um pouco e prepare-se para a próxima, temos um Campeonato inteiro pela frente ! "

Texto publicado no facebook por Tenda Espírita Fraternidade da Luz - Casa do Caboclo 7 Encruzilhadas - RJ

domingo, 27 de março de 2011

Sensibilidade


Sensibilidade é mais uma pérola de psicografia de Robson Pinheiro!
Posto com carinho prá voces!
Annapon

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sábado, 26 de março de 2011

Rituais de Umbanda segundo o Mentor Ramatis











Há tipos de rituais confundidos com a Umbanda que vão desde a pajelança, um tipo de xamanismo brasileiro em que o pajé incorpora em transe ritual com beberagem de ervas; o tambor de mina, em que se misturam cultos de diversas nações africanas com a pajelança para dar passagem às entidades de cura e para “tirar” feitiço; o catimbó, em que a fumaça da queima de certas folhas oferece êxtase, dando poderes “sobrenaturais” ao pajé e colocando-o em comunicação com os espíritos; o ritual de jurema, em que os “juremeiros” manifestam índios ousados, violentos e ardilosos ostentando enfeites de penas, cocares, tacapes, arcos-e-flechas, dançando em rito exterior que arrebata as populações carentes de assistência social e à saúde, com suas ervas e raízes curativas apresentando proezas fenomênicas entre fogo, brasa e cacos de vidros; bem como os rituais africanistas descaracterizados das matrizes ancestrais das antigas nações.
Afirmamos que nada disso é umbanda, enquanto movimento plasmado pelo Cristo Cósmico, que se irradia para a crosta terrícola do Astral superior. Umbanda é uma verdade que independe da vontade e das suscetibilidades feridas de lideranças sacerdotais que conspurcam seu nome sagrado com práticas que não são condizentes com a caridade referendada no Evangelho de Jesus.

Por outro lado, existem variados ritos, usos e costumes na umbanda; alguns um tanto fetichistas, outros um pouco distorcidos: aqui um grito exagerado, ali uma apoteose dispensável, acolá um médium envaidecido com o guia “infalível”, o consulente desejoso do milagre em seu favor, doa a quem doer. O hábil jardineiro do tempo extrai delicadamente os espinhos para não ferir as mãos. Nem tudo são belas e perfumadas rosas no jardim dos orixás. No atual movimento umbandista, isso é explicável pelo fato de não haver uma padronização ritualística ou codificação, o que, por sua vez, acaba “enxotando” os dogmas, tomando o movimento dinâmico e sempre evoluindo, como tudo no Cosmo. Oxalá e seus ditames prevêem o equilíbrio nessa diversidade.

É oportuno registrar que os costumes africanistas tribais de religiosidade ancestral aportaram no Brasil com acentuadas distorções de suas práticas originais. Já eram atacados pela Inquisição antes de as levas de escravos capturados serem jogadas nos fétidos porões das naus portuguesas. Via de regra, isso foi intensificado aqui pela continuidade da opressão do clero, que redundou em várias outras adaptações, com raras exceções que conseguiram manter os ritos primários incólumes. Impôs-se uma necessidade de sobrevivência da população negra explorada, “liberta” com a Lei Áurea, que ficou excluída do contexto social e entregue à própria sorte, sem nenhum apoio do Estado monárquico, que se curvava ao controle de um catolicismo arcaico e perseguidor (ambos se beneficiaram da pujança econômica oferecida pelo braço escravo). Finalmente livres, os negros se viram sem as moedas dos patrões que os alimentavam, sem o mínimo para a manutenção de suas vidas. Foram, circunstancialmente, “obrigados” a cobrar pela magia curativa que faziam gratuitamente aos sinhôs e sinhás no recôndito das senzalas de chão batido.

Dessa vez, estimulados pelos constantes pedidos dos próprios homens brancos que furtivamente saíam das missas e procuravam as choupanas dos ex-escravos alforriados, os quais subitamente se viram transformados em ilustres magistas de aluguel. Distorceram, portanto, as leis divinas e deu no que deu: o vil mercantilismo religioso que viceja culturalmente em todos os recantos desta nação atual, formando o carma grupal a ser queimado no futuro, assim como foi no passado.
Espíritos originários de outros orbes, aqui aportaram desde os primórdios do planeta e, depois da decadência atlante, com o passar dos séculos vieram a originar nações indígenas brasileiras que herdaram suas tradições mágicas, rituais e curadoras, atualmente canalizadas nas falanges de caboclos da Umbanda.
No início dos tempos no, época em que o orbe era uma massa ígnea coberta de vapores sulfurosos, a região que se solidificou mais rápido, tendo despontado posteriormente na superfície, foi onde hoje está localizado o Brasil. Na escala geológica do planeta, isso propiciou que a primeira crosta terrestre emersa do oceano primitivo fosse a pátria verde e amarela. Tal região foi a que se formou mais rapidamente, oferecendo condição propícia, na natureza que se forjou, para a encarnação de espíritos extraterrestres no ciclo hominal terrícola.

As tradições mágicas e xamânicas que nasceram nas tribos brasileiras de antanho antecederam todos os demais ciclos reencarnatórios que se efetivaram. Na verdade, essa “porta” de entrada espiritual planetária originou o conhecimento em todas as outras raças, nações e tribos antigas, não só da indígena formada primeiramente. Os payés (pajés) interpretavam os astros, liam as energias irradiadas e, por meio da natureza e do intercâmbio psico- astral com entidades incorpóreas de outros orbes, que vieram em suas vimanas (naves) intensamente até o auge da Atlântida, adquiriam instruções e eram governados do Espaço. Com certeza, a Umbanda pratica essa herança mágica ancestral, seja de caboclo, preto velho ou oriental; as aparências dos espíritos são meras formas e uma não é melhor que a outra. Os conhecimentos milenares ficam registrados no espírito e independem da nação, tribo ou raça, desde que isso se configure como ilusões, impressões transitórias do vaso da matéria que abriga uma coletividade encarnada.
Obviamente os espíritos que se enfeixam nas aparências de caboclos, ligados à antiga raça vermelha, assim o fazem prioritariamente para impressionar mediunicamente os sentidos psíquicos, não pelo fato de serem herdeiros das tradições mágicas, rituais e curadoras, uma vez que as outras “raças” dos espíritos também o são e que a vertente que a trouxe é e foi uma só e se espargiu pelas migrações provocadas ao longo da história e geografia terrenas.
No passado das civilizações, seja na Atlântida, Ásia, África, Europa, ou nas Américas, reencarnaram os mesmos espíritos em várias ocasiões. Eles traziam no inconsciente, o qual não se reportava às cores das peles ou raças que os abrigavam provisoriamente nos corpos físicos, a sabedoria antiga dos iniciados extraterrestres.
Ocorre que a transmissão dos saberes ocultos sempre foi velada, um tanto misteriosa ao homem comum, preocupado em saciar a fome e sem tempo para maiores abstrações filosóficas. Seria perigoso o magismo praticado pelos magos nos templos, se fosse aberto a todos. Por esse motivo, os Senhores da Luz Velada, espíritos de escolas de outros orbes que velavam pela transmissão dos conhecimentos mágicos, quando encarnados como instrutores atlantes, hierofantes egípcios, mabatmas indianos, pajés sul-ameríndios ou sacerdotes trïbais africanos, preservaram o saber tecendo histórias que viraram lendas para o povo, numa versão popularizada para as mentes brutas, tornando esse saber “palatável” oralmente à interpretação esotérica superficial das leis divinas que regem o micro e o macrocosmo. Fixaram em santuários, pirâmides, criptas e cavernas o que não era acessível ao primitivismo do povo absorvido pela sobrevivência num cotidiano inóspito. Mas, como a água da fonte, que se armazenar em recipientes diferentes, não deixa de ser a mesma água, assim é a umbanda: a diferença nos terreiros não significa desigualdade perante os orixás; ela vos une numa mesma essência e não vos separa na ilusão das formas.

Por isso, determinadas coisas podem ser entendidas como, os caboclos de Umbanda - Tupinambá, Tupiara, Tupiaçu, Tupimirim - que falavam o nheengatu e pertenceram às tribos mais evoluídas do planeta. Esse idioma é considerado desenvolvido pela lingüística, inclusive se comparado com as línguas atuais, isto acontece porque o som é pensamento e a sonoridade verbal o expressa. As imagens mentais antecedem a idéia e sua verbalização. Somente espíritos de grande conhecimento poderiam se adaptar a um idioma como o falado pelos tupi-guaranis. Essa tribo “primitiva” não era monossilábica e seu vocabulário era expressão das consciências espirituais extraterrestres, com os quais mantinham sintonia e de quem eram procedentes. No plano hiperfísico, atuavam os regentes dessa raça, espíritos de escol que vieram de Sírius para a Terra trazendo o intercâmbio com o mundo rarefeito interdimensional. Os espíritos que atuam na Umbanda, descendentes do portentoso tronco tupi e originários dessa estrela distante (Sírius), são exímios mensageiros e viajantes astrais. Por detrás de suas práticas xamânicas (sopros, benzeduras, baforadas, ervas, mandingas e mirongas), estão alinhadas verticalmente no éter, numa outra dimensão vibratória, naves espaciais de outros orbes, preexistentes à formação de vosso planeta, que auxiliam na evolução humana. A Terra não é destinada a ter uma raça dominante e uniforme. É natural que “blocos” de espíritos que reencarnam durante um período, numa determinada raça, fazendo-a evoluir, deixem de encarnar em uma forma e cor especificas para animar outras, instalando-se assim os ciclos de apogeu e declínio.
Existiram várias etnias no orbe, e atualmente existe uma miscelânea racial no planeta. A diversidade da Umbanda atrai esses espíritos por sua universalidade. Sendo um amálgama de todas as cores e formas raciais, é a mais universal das religiões e doutrinas mediúnicas da Terra; leva os homens fragmentados em sua relação com o Divino a um processo de unificação com Ele.

Os homens afoitos e zelosos das purezas doutrinárias criticam os caboclos da Umbanda quando assoviam, cantam, assopram e chilreiam como pássaros, baforando o charuto. A estreiteza de opinião oriunda do desconhecimento, aliado ao preconceito, favorece as “superioridades” doutrinárias e as interpretações sectárias. Os fundamentos dos mantras e seus efeitos curativos (vocalização de palavras mágicas) fazem parte dos ritmos cósmicos desde os primórdios de vossa civilização. Os vocábulos pronunciados, acompanhados do sopro e das baforadas, movimentam partículas e moléculas do éter circundante do consulente, impactam os corpos astrais e etérico, expandindo a aura e realizando a desagregação de fluidos densos, miasmas, placas, vibriões e outras negatividades.

Assim como as muralhas de Jericó tombaram ao som das trombetas de Josué, os cânticos, tambores e chocalhos dos caboclos desintegram poderosos campos de força magnetizados no Astral, bem como o som do diapasão faz evaporar a água. Os infra e ultra-sons do Logos, o Verbo sagrado deram origem ao Universo e compõem a tríade divina: som, luz e movimento. Como o macrocosmo está no microcosmo, e vice-versa, a pronúncia de determinadas palavras contra um objeto ou ponto focal no Espaço, mentalizando a ação que esse som simboliza, será potencializada a intenção pelo mediunismo do caboclo manifestado no médium, e energias correspondentes serão movimentadas. Ao mesmo tempo, cada chacra é uma antena viva dessas vibrações que repercutirão nas glândulas e nos órgãos fisiológicos, alterando os núcleos mórbidos que causam as doenças, advindo as “notáveis” curas praticadas na Umbanda. É comum religiosos e exímios expositores de outras doutrinas acorrerem a ela, sorrateiramente, às escondidas, com os filhos ou eles mesmos adoentados, ditos incuráveis pela medicina materialista, tendo sua saúde reinstalada, para depois nunca mais adentrarem um terreiro. A todos o manto da caridade dá alento, sem distinguir a fé fragmentada de cada um.
O homem tem memória curta, impregnada de personalidade temporária, o que é próprio da sua natureza encarnada e momentaneamente esfacelada diante do espírito atemporal que o anima.


Fonte de Pesquisa: A Missão da Umbanda - Norberto Peixoto pelo espírito de Ramatis

quinta-feira, 24 de março de 2011

Os Senhores da Escuridão


Os Senhores da Escuridão



Olá amigos.
Hoje falarei sobre algo que há algum tempo venho pensando.
Assistindo aos noticiários internacionais, desde a queda do líder egípcio, esse tema, Senhores da Escuridão, ronda o meu pensamento.
Robson Pinheiro, em seu livro de mesmo título, obra a ele transmitida pelo espírito de Ângelo Inácio, repórter do Astral, nos fala muito sobre espíritos que dominam no plano espiritual, verdadeiros exércitos de consciências malignas de forma tão moderna que surpreenderia o mais cético dos cientistas.
O livro é parte da trilogia O reino das Sombras, rico em detalhes, deixa claro que a ambição ao poder não cessa com a morte física do individuo, pelo contrário, o acompanha além tumulo e justamente ai é que “mora o perigo”.
Relembrando a leitura e acompanhando os noticiários, pensei:
- Os Senhores da Escuridão não estão apenas no livro, nem tampouco apenas no plano extra físico, eles estão aqui e agora arquitetando planos vis com vistas ao domínio, ao poder que escraviza e mata não apenas corpos, mas almas.
Quem são eles afinal? Quem são os Senhores da Escuridão? E por qual razão lhes atribuir o título de Senhores? Por serem seres de extraordinária inteligência? Por terem sido doutores, cientistas, lideres políticos, comandantes de exércitos, etc.? Por utilizarem seus conhecimentos e dons para o mal, seriam eles “Senhores”?
Esse é um questionamento cuja resposta deve ficar a critério de cada um, mesmo porque alguns Senhores da Escuridão encarnados ostentam títulos muito mais significativos aqui na Terra, pelo menos assim pensam.
A eterna luta do bem contra o mal está em seu auge, é assim que estou sentindo quando, através dos noticiários, vejo lideranças opressivas, de longos anos de domínio, começarem a ruir pela sede de um mundo melhor que a humanidade vem sentindo, pela necessidade e urgência de amor e da não violência, tão bem representada por Gandhi em nosso planeta, é que sinto a luz da esperança se acender em oposição ao horror que o mal causa em suas mais diversas formas de expressão.
É triste e lamentável, porém, constatar que os Senhores da Escuridão estão entre nós representando poderosas nações, por isso, nós que, de alguma forma despertamos para a espiritualidade, temos de assumir o compromisso de vibrar o bem aos lideres nacionais e mundiais, pedindo ao que é Soberano e realmente Poderoso, Deus, por todos eles e por todos nós.
Nosso planeta se prepara para grandes transformações e os sinais desses tempos já são visíveis. Infelizmente, esses sinais chegam de forma trágica ao nosso entendimento, porém, há muito sabemos que não apenas a natureza responderia à violência a ela imposta pelo ser humano, mas o ser humano também, de alguma maneira, responderia à imposição da violência que o escravizou por séculos, portanto, nesses tempos de mudanças, responde a natureza e responde o ser humano sedento de libertação e necessitado de respirar paz e direitos antes negados.
Observando a resistência de alguns “Senhores” encarnados em abandonar seu suposto “reino”, logo me vem à memória o livro de Robson Pinheiro que tão bem ilustra essa resistência. Apegados de forma ferrenha que são ao domínio que supostamente detêm, são capazes de tudo e de mais um pouco para não perderem o poder que julgam, por pura infantilidade espiritual, deter. Dessa maneira complicam seu carma e, muito provavelmente, quando desencarnam, buscam seus iguais nas regiões densas de nossa crosta, engrossando assim as fileiras dos Senhores da Escuridão desencarnados.
Uma das mudanças, porém, que a Terra sofrerá, segundo os espíritos que representam Jesus nas questões relativas à evolução de nosso planeta, é que não mais o mal em nosso orbe habitará, ou seja, os espíritos endurecidos e ainda resistentes ao bem serão remanejados a mundos ainda menos evoluídos do que o nosso, justamente para que a Terra deixe de ser um planeta de provas e expiações para se transformar em regenerador, onde o bem imperará.  Sendo assim, conclui-se que os Senhores da Escuridão terão de recomeçar suas jornadas de forma primitiva, emprestando a mundos menos evoluídos os conhecimentos que adquiriram e dos quais não fizeram bom uso.
Podemos imaginar, ou supor, a imensa frustração que experimentarão sendo constrangidos a viver num meio totalmente rudimentar, tendo de refazer todo o caminho, desde a descoberta do fogo, até a alta tecnologia existente nos dias de hoje. Mas, sempre a tempo de retomar o caminho do bem e da paz, para tanto, Deus dá a todos, sem exceção, o direito de escolha e, naturalmente, na exata hora da separação do joio e do trigo, aquele que fez a sua escolha habitará o meio mais adequado à sua condição.
Àqueles que amam a paz, que lutam pelo bem, pelo progresso, que estão engajados na reconstrução do planeta, bem como nas questões ambientais de preservação e proteção à natureza e aos animais, certamente o Pai reserva bons tempos, bem como aos que levam a palavra do Mestre aos que ainda não o conhecem que compartilham sendo solidários sempre diante das necessidades e carências de seus irmãos, aos que trabalham incansavelmente nas lidas espirituais nos inúmeros núcleos ao redor do planeta, certamente o Pai e o Mestre, já reservaram lugar, assim como Ele mesmo, Jesus, disse um dia.
Possam os Senhores da Escuridão, ao refazerem seus caminhos, encontrar os Senhores da Luz que habitam em seus corações temporariamente desviados do bem e que o Poder de Deus os acolha, os conforte e lhes permita recomeçar.








Annapon em 24.03.2011


quarta-feira, 23 de março de 2011

Espetaculo Teatral 'Nosso Lar' - A Morada da Esperança

Olá amigos!
Vejam que maravilha de espetáculo! E como é bonito ver a arte falar de coisas tão importantes para nossas eternas almas!
Com carinho,
Annapon

Umbanda em Londres

http://www.umbandatemple.co.uk/

Acessem o site e ,se possível, ajudem a divulgar, pois nossa Umbanda está continuamente rompendo fronteiras e levando, a cada vez mais longe, a sua mensagem de Paz, Amor e Caridade!
Saravá!
Annapon

segunda-feira, 21 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Os Maledicentes (mensagem de Pai Inácio)





Os Maledicentes
  
Algumas pessoas, quando ouvem falar em Espiritismo/Espiritualismo, logo pensam em adivinhação, magia, mistério. Pensam, erroneamente, que obterão favores dos espíritos, que serão atendidos em seus caprichos, que tudo resolverão, ou alcançarão, se forem em busca de auxílio espiritual nos centros.
Frustrados, por não alcançarem seus intentos, denigrem a imagem da religião, lançando ao descrédito o centro e as entidades que o atenderam. Sobre o assunto, ouçamos o que nos diz Pai Inácio, trabalhador de Aruanda.

“Salve filhos!

A nós, espíritos trabalhadores do bem, não importa o que dizem os filhos de Deus que são caprichosos. Compreendemos sua infância, seus limites e interesses. Mesmo sem que eles saibam, os atendemos no que seja permitido pelo Mais Alto, pois, uma vez “pisado” o nosso chão, sempre procuramos fazer o melhor pelos filhos que buscam um caminho através da espiritualidade sem nos importarmos com o que o filho venha a pensar ou falar sobre a fé que nos move e aos nossos medianeiros.
Acontece muitas vezes, nessas horas, o encaminhamento desse filho a outras casas, doutrinas e religiões pelo simples fato de que cada filho de Deus entende e sente a fé de maneira muito particular.
Muitos filhos foram encaminhados a outras religiões por nós, militantes do Astral de Umbanda, sem nem mesmo suspeitarem disso e, se assim procedemos, em alguns casos, é porque se faz necessário. Nem todos têm afinidade com a Umbanda, assim como nem todos se afinam com os Protestantes e por ai vai.
Cada alma encarnada na Terra está dentro de faixa evolutiva específica, sendo assim, deve ser conduzida a buscar auxílio espiritual onde seu coração possa sentir e absorver com maior facilidade a mensagem do Pai.
A nós só importa fazer o bem, progredir auxiliando outros a progredirem sem jamais nos determos por questões de menor relevância.
Por isso filhos, não se importem com os que desperdiçam seu tempo em denegrir religiões. Compreendam que esse filho talvez precise apenas de compaixão e ore para que ele busque e encontre seu lugar ao Sol que é de todos".

Com amor,

Pai Inácio / Anna




segunda-feira, 14 de março de 2011

Jesus


Olá amigos!
Formatei esse slide em homenagem a Nosso Divino Mestre e Amigo Jesus. Os Cristãos católicos estão no período da Quaresma, porém, todos somos convocados, nessa ocasião, a refletirmos sobre Sua vinda e sobre Seus Ensinamentos. 
Elevo meu pensamento a Ele grata por tudo e compartilho com vocês desse trabalho singelo, porém, elaborado com todo amor, carinho e gratidão pela Luz que Ele nos deixou!
Annapon


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quinta-feira, 10 de março de 2011

Transforme sua vida


transforme sua vida é uma linda mensagem para reflexão!
leia com calma e desfrute dessas palavras!
Luz e Paz,
Annapon

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quarta-feira, 9 de março de 2011

Um Olhar Para a Felicidade


Um olhar para a felicidade, é um belo trecho do livro de Robson Pinheiro, cujo autor sou fã, "Uma alma do outro mundo me fez gostar do meu mundo". Livro lindo repleto de bons ensinamentos que recomendo!
Um grande abraço a todos os leitores amigos desse blog,
Annapon

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segunda-feira, 7 de março de 2011

As Mães de Chico Xavier (Vem ai novo filme)


Longa “As Mães de Chico Xavier” estreia no próximo dia 1º de abril 
[28-02-2011]
Após o sucesso dos filmes “Chico Xavier”, do diretor Daniel Filho, que levou cerca de 3,5 milhões de pessoas às salas de cinema, e “Nosso Lar”, com 4 milhões de espectadores em todo o país, o cinema transcendental programa o lançamento de mais um longa metragem abordando a história de vida do médium mineiro. Estreia no próximo dia 1º de abril, em cinemas de todo o Brasil, o filme “As Mães de Chico Xavier”, dos diretores Glauber Filho e Halder Gomes, uma produção da Estação Luz Filmes, com distribuição da Paris Filmes e apoio promocional da Globo Filmes e Telecine. O Filme traz em seu elenco nomes como Nelson Xavier, Caio Blat, Vanessa Gerbelli, Herson Capri, Via Negromonte e Tainá Muller.
“As Mães de Chico Xavier” é baseado em fatos reais e conta a história de três mães, vivendo momentos distintos de suas vidas e que veem sua realidade se transformar repentinamente: Ruth (Via Negromonte), cujo filho jovem enfrenta problemas com drogas; Elisa (Vanessa Gerbelli), que tenta superar com o marido a perda do filho, o pequeno Theo (Gabriel Pontes); e Lara (Tainá Muller), uma professora que enfrenta o dilema de uma gravidez não planejada. Suas histórias se cruzam quando elas recebem conforto e reencontram a esperança de vida através do contato mantido com Chico Xavier. Na produção, Nelson Xavier revive o papel de Chico Xavier. Herson Capri interpreta Mário, marido de Ruth. Caio Blat vive um jornalista que quer investigar o médium. Neuza Borges é a cuidadosa governanta que convive com o casal Elisa e Guilherme (Joelson Medeiros).
A obra foi filmada em película 35mm durante os meses de abril e maio de 2010, com locações nas cidades cearenses de Guaramiranga, Pacatuba e Fortaleza; e tendo as filmagens concluídas em Pedro Leopoldo (MG), terra natal de Chico Xavier. O filme é inspirado no livro “Por Trás do Véu de Isis”, do jornalista e escritor Marcel Souto Maior, com roteiro original de Glauber Filho e Emmanuel Nogueira, Luis Eduardo Girão como Produtor e produção executiva de Sidney Girão e Leonardo Leal. A Estação Luz filmes é responsável pela produção de “Bezerra de Menezes – O Diário de Um Espírito”, de 2008, obra que alavancou o gênero transcendental no Brasil e é co-produtora dos longas “Chico Xavier”, “Área Q” e “Filme dos Espíritos”.
O filme conta com apoio do BIC Banco, Servis Segurança, Ype, BBTVM, Coelce, Sabesp, Capemisa e BNB, Panavision, UltraLimpo, Ultra Ambiental, Movida, Agencia da Boa Noticia, Unifor, Prefeitura de Pacatuba, Bio Agre, VIACG, DistriVideo, Usina 2. Incentivado por: Secretaria de Cultura / Governo do Estado do Ceará e Ancine / Governo Federal. Co-produzido: Associação Estação da Luz, LightHouse, Atc Entretenimento e tem como Produtores Associados: Gerson Sanginitto, Ric Halpern e Fabio Ribeiro
Antes de sua estreia comercial, “As Mães de Chico Xavier” percorrerá um histórico calendário de 20 avant-premières, sendo 18 em capitais brasileiras e duas nas cidades de Uberaba e Pedro Leopoldo. Em paralelo, o filme participará de um Festival e uma Mostra. No dia 24 de março, o longa abrirá o I Festival de Cinema Transcendental, que será realizado em Brasília (DF). Já no dia 31 de março, véspera da estreia em circuito nacional, o filme encerra a Mostra de Cinema Transcendental, em Fortaleza (CE).
Elenco
Nelson Xavier (Chico Xavier), Herson Capri (Mário), Caio Blat (Karl), Via Negromonte (Ruth), Tainá Muller (Lara), Vanessa Gerbelli (Elisa), Neuza Borges (governanta), Paulo Goulart Filho (Cassiano), Daniel Dias (Raul), Joelson Medeiros (Guilherme), Gabriel Pontes (Theo), Christiane Góis (Lica), Gustavo Falcão (Santiago), e Silvia Bonet (Yvonne).
Ficha Técnica:
As Mães de Chico Xavier (ficção, longa-metragem, 35mm)
Direção: Glauber Filho e Halder Gomes
Produtor: Luis Eduardo Girão
Produtor-Executivo: Sidney Girão e Leonardo Leal
Produtor Associado: Gerson Sanginitto e Ric Halpern
Trilha Sonora: Flavio Venturine
Direção de Arte: Fábio Vasconcelos
Diretor de Fotografia: Carina Sanginitto
Diretora de Produção: Dayane Queiroz
Efeitos Especiais: Marcio Ramos
Produção Executiva: Amaury Candido e Flavio Ferreira
Som Direto: Alfredo Guerra
Produção: Estação Luz Filmes
Co-produção: ATC Entretenimento, Lighthouse e Associação Estação da Luz

terça-feira, 1 de março de 2011

A Língua dos Espíritos








Olá amigos leitores desse blog!
              Abaixo postei dois vídeos nos quais Pai Rodrigo Queiroz fala, em palestra, sobre Evolução Espiritual. Vale ressaltar que postei os vídeos por considerar seu conteúdo muito bom para aqueles que se interessam sobre o assunto e porque os mesmos me fizeram recordar um assunto sobre o qual sempre quis escrever, expressando assim, o meu raciocínio no que diz respeito à linguagem que alguns espíritos utilizam quando incorporados.
               Pai Rodrigo cita a intolerância de alguns espíritas para com as entidades de Umbanda que, quando incorporados, cometem "erros" de português.
                Concordo com Pai Rodrigo e quero, a partir desse ponto de sua palestra, comentar um pouco sobre a minha opinião a respeito de tão polêmica questão, aliás,só é polêmica em decorrência do preconceito que aprisiona a muitos de nós, seres humanos.
                  Se alguns espíritas julgam "atrasados" ou sem Luz, as entidades de Umbanda que, ao se expressarem verbalmente, cometem "erros", o que poderiam dizer sobre os espíritos que se manifestam em seu meio, que cometem, assim como os de Umbanda, os mesmos "erros" e carregam no sotaque alemão, francês, etc?
                    A diferença está na geografia?
                   Se não for europeu não é evoluído?
                   Parece ser esse o conceito que se faz em ser ou não evoluído, o espírito comunicante, na verdade, para que o espírito possa expressar-se através de outro que esteja encarnado, ele precisa tornar compreensível seu pensamento. Nesse processo,a mente do médium, capta o pensamento do espírito e o retransmite. Se o espírito comunicante, em sua última encarnação, viveu em alguma parte da Terra, diferente daquela na qual vive o médium, logicamente irá se expressar, através do médium que o incorpora, como estrangeiro. Da mesma forma como milhares de estrangeiros se expressam quando aprendem a língua portuguesa, ou seja, o espírito se familiariza, de alguma forma, com a língua utilizada pelo médium, porém, sempre será estrangeiro. Consequentemente cometerá "erros" e terá sotaque.
                  Fique claro que tal raciocínio se aplica a toda e qualquer manifestação de incorporação, salvo se o espírito comunicante tiver vivido sua última encarnação no mesmo país que o médium.
                  Sendo assim, me pergunto:
                  Conhecimento é sinônimo de sabedoria?
                  Por qual razão se "toleram" erros de linguagem europeus em detrimento daqueles cometidos pelos africanos e indígenas?
                  Preconceito?
                  Visão estreita?
                  Falta de boa vontade para o raciocínio lógico tão pregado?
                  Da mesma forma que o europeu "erra", e como "erra", ao se expressar em português, "erram" os Pretos-Velhos e Caboclos da Umbanda que, no mais das vezes, usavam dialetos de suas regiões natais.
                  Esse raciocínio nos remete ainda a algo mais grave e comum, infelizmente, em nossa sociedade que valoriza sempre, e demais, aquilo que vem de fora e que pretensamente é elegante, evoluído e sábio.
                 Esse verniz, porém, desprovido de bom senso, nem se dá ao trabalho de conhecer a História da Europa e de seus habitantes. Desconhecem, ou fingem ignorar, o extermínio de raças, a destruição de bibliotecas, o incêndio em praça pública de corpos vivos e o rolar de cabeças nas guilhotinas da elegante França. 
                 E o pior disso tudo é que diziam ser em "Nome de Deus" que cometiam suas atrocidades.
                 É, meus amigos, espíritos não se podem catalogar pelos "erros" de linguagem, mas sim pelo teor de suas mensagens, pelo amor que trazem e pela compaixão que exteriorizam quando se expressam.


Annapon em 01.03.2011
                  

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