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Despretensiosamente levando um pouco de espiritualidade ao mundo!

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vovó Cambinda da Guiné fala aos Filhos de Umbanda

Vovó Cambinda da Guiné fala aos Filhos de Umbanda

É com muita alegria no coração espiritual que nós, aqui de Aruanda, estamos observando o movimento de Umbanda crescer e se fortalecer através da benção que Deus concedeu a todos que é a busca do conhecimento, o querer saber.
Maior alegria ainda sentimos, ao perceber que nossos filhos amados da Terra, já não colocam em nossas mãos a responsabilidade integral pelos seus deslizes, fracassos, dores e provas. È bom saber que estão buscando o esclarecimento e já percebem que o mal que por ventura lhes chega, ou é prova carmica, ou é fruto de sua própria irresponsabilidade e invigilância.
Vemos hoje a Umbanda crescendo e florescendo em tantos corações que queremos agradecer a todos os filhos de fé pelo seu devotamento e empenho no sentido de trazer à Luz o real objetivo da Umbanda que brilha em Aruanda por todos os filhos de Deus que habitam a Terra e outros mundos.
Hoje em dia, os filhos de Umbanda, já não são mais “cegos”, já não seguem orientações sem raciocinar e conhecer, mesmo porque o conhecimento nesses tempos atuais é veloz e está à disposição de todo filho que queira e se interesse em aprender, conhecer.
Esse desabrochar do conhecimento entre os filhos de Umbanda muito nos alegra e facilita o nosso trabalho. Temos hoje filhos mais esclarecidos que muito colaboram conosco quando precisamos nos comunicar de maneira específica sobre assuntos da modernidade. Nossa parceria vem se estreitando cada vez mais e, tempo chegará, no qual a telepatia dispensará a incorporação.
Aquele que tem facilidade de aprendizado, que busca o conhecimento, tem por dever orientar e esclarecer seu irmão menos favorecido de todas as formas possíveis, porém, jamais excedendo seus limites pessoais. Digo isso filhos, porque temos visto alguns trabalhadores de nossa Seara, tão afoitos e empenhados em sua missão espiritual, que estão se esquecendo de suas tarefas materiais e de seu convívio social e familiar. A consequência disso será fatalmente o desequilíbrio de suas forças e de sua vida que deve ser bem dosada em todos os seus aspectos para que seja realmente plena e satisfatória a experiência que Deus a todos concede.

Sarava a todos os filhos de fé!

Sigam pelos caminhos da Luz! Distribuam a Luz do conhecimento que conquistarem entre seus irmãos com muita fé, com muito amor e carinho para que os frutos dos seus esforços pessoais sejam doces!

Agora e para sempre,

Vovó Cambinda da Guiné

(psicografado por Annapon) em 23.02.2011




segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Quando a Guerra Acabar - Meu primeiro trabalho agora já está publicado!

Quando a Guerra Acabar Clique na Imagem para adquirir disponível também em e book 

Esse foi meu primeiro trabalho mediunico e é com muita emoção e alegria que o apresento a voces hoje!
A obra está disponível também em e book no site http://www.clubedeautores.com.br/




SINÓPSE DA OBRA: QUANDO A GUERRA ACABAR Romance mediúnico transmitido pelo espírito Nicolau. Fernando é filho único de um casal problemático. Assim que veio ao mundo, Fernando foi imediatamente rejeitado por seu pai que, ao tomá-lo nos braços pela primeira vez, se sentiu desconfortável com a presença do recém-nascido. Helena, sua mãe, só veio a conhecer este desconforto que Carlos, seu marido, sentia pelo filho, anos mais tarde. Ela atribuía à profissão de Carlos o fato de ele ser sempre muito rígido, ausente e distante de Fernando. Carlos era militar e a vida profissional o privava de maior convívio com a família. Helena, diante da situação, passa boa parte de sua vida se dedicando exclusivamente ao filho até que o desconforto inicial de Carlos por Fernando passa a ser intolerância culminando este sentimento na separação do casal. Fernando se sente culpado e, de alguma forma, tenta sanar o mal que pensava ter causado aos pais decidindo também ele por seguir a carreira militar, dedicando-se totalmente a este objetivo até conhecer Clara e por ela se apaixonar. O romance do filho abala Helena profundamente e, a partir daí, fatos se sucedem nos quais o ciúme da mãe, antes não manifestado, eclode como fosse algo já há muito conhecido e poderoso. Helena tenta de todas as formas separar seu filho da mulher amada armando as mais vis e desumanas ciladas para a moça até que ela própria se torne vitima de seus atos vindo a adoecer seriamente. A espiritualidade amiga atua no romance através da mediunidade de alguns personagens, como por exemplo: a avó paterna de Fernando, o médico que passa a cuidar da saúde de sua mãe, etc. Carmas individuais e coletivos compõem a estória, uma vez que a mesma se passa na época da guerra do Vietnã. Guerra na qual os personagens principais, pai e filho, lutam juntos e, ali, em meio a condições hostis e violentas, descobrem o valor dos laços que unem pais e filhos. Resgates espirituais e responsabilidades presentes, as escolhas que todos temos a chance de fazer e as conseqüências destas mesmas escolhas são ensinamentos que esta estória traz consigo. A vida em sua infinita continuidade através das reencarnações é o tema principal deste romance que conta ainda com muita emoção.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Amigos


Olá!
Esse trabalho expressa a minha gratidão e alegria por todo o carinho recebido dos amigos pela data de meu aniversário!
Obrigada a todos!
Annapon



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No meu aniversário...


Agradeço a Deus pela oportunidade e a Jesus, pelo Verbo Divino que aprendi a conhecer através da Luz do Espiritismo e pela força de fé, amor e caridade da Umbanda.
Aos meus pais quero deixar registrada a minha gratidão por terem me recebido, cuidado, amado.
Sou grata ainda, e muito, às minhas irmãs de sangue que, assim como meus pais, me receberam com alegria, cuidaram de mim com carinho e  sempre me amaram.
Com especial afeto agradeço às minhas sobrinhas pela confiança, pelo amor e pelo carinho que sempre dispensaram à minha pessoa e por terem me brindado com a grande alegria de ser tia avó.
A toda  minha família carnal agradeço por uma infinidade de momentos bons e pelo aprendizado que as rusgas e a distância trazem.
Ao companheiro e amigo que Deus colocou na minha vida e no meu caminho, quero agradecer por ter me acolhido em seus braços e em seu coração. Pelo apoio, pelo cuidado, pela tolerância, compreensão, afeto e principalmente por ter recebido, junto a mim, a filha que Deus nos confiou por acréscimo de Sua infinita bondade e misericórdia.
À minha filha sou grata por todo o aprendizado que me proporcionou e proporciona a cada dia, a cada fase de sua vida, a cada sorriso, abraço e aos desafios que me expõe.
Obrigada, muito obrigada à Espiritualidade amiga, ao meu bom Anjo Guardião por todo o amparo e proteção. Por todas as vezes que estiveram ao meu lado guiando os meus passos e me desviando do mal, pela presença constante e benfeitora agradeço aos Guias, Protetores, Orientadores. Aos que se aproximaram e se foram e aos que ainda e sempre permanecerão, recebam do fundo do meu coração, a minha mais profunda e sincera gratidão.
Aos amigos que se foram e aos que ainda permanecem ao meu lado, sou grata pelo calor da troca, da cumplicidade. Pelo compartilhar de momentos tristes e felizes. Pelos que me apoiaram na saúde e na doença se fizeram presentes renovando minhas forças e me encorajando a viver e seguir em frente.
Enfim, Obrigada Pai, por ter mais a agradecer que a pedir no dia de hoje!

Annapon

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Allan Kardec- Obras Póstumas- Capítulo: As Aristocracias


Olá amigos!
Compartilho com vocês desse excelente trecho do livro Obras Póstumas de Allan Kardec. Refleti muito sobre essas palavras e minha conclusão é que nenhum filho de Deus é tão perverso a ponto de ser irrecuperável. Mesmo que o dia a dia nos mostre o contrário.
Annapon 






"Dizemos primeiro que os bons, sobre a Terra, não são inteiramente tão raros quanto se crê; os maus são numerosos, isto infelizmente é verdade; mas o que os faz parecer ainda mais numerosos, é que são mais audazes, e sentem que essa audácia mesma lhes é necessária para triunfarem; e, todavia, compreendem de tal modo a preponderância do bem que, não podendo praticá-lo, dele tomam a máscara.
Os bons, ao contrário, não exibem as suas boas qualidades; não se colocam em evidência e eis porque parecem tão pouco numerosos; mas sondai os atos íntimos, realizados sem ostentação, e, em todas as classes da sociedade, encontrareis ainda bastante boas e louváveis naturezas para vos tranqüilizar o coração e não desesperar da Humanidade. E, depois, é preciso dizer também, entre os maus há muitos que não o são senão por arrastamento, e que se tornariam bons se fossem submetidos a uma boa influência. Coloquemos em fato que, sobre 100 indivíduos, há 25 bons e 75 maus; sobre estes últimos, há deles 50 que o são por fraqueza, e que seriam bons se tivessem bons exemplos sob os olhos, e se, sobretudo, tivessem tido uma boa direção desde a infância; e que sobre os 25 francamente maus, nem todos são incorrigíveis.
No estado atual das coisas, os maus estão em maioria e fazem a lei para os bons; suponhamos que uma circunstância leve à conversão dos 50 medianos, os bons estarão em maioria e farão a lei por seu turno; sobre os 25 outros francamente maus, vários sofrerão a influência, e não ficarão senão alguns incorrigíveis sem preponderância.
Tomemos um exemplo para comparação: Há povos entre os quais o assassínio e o roubo são o estado normal; o bem ali é exceção. Entre os povos mais avançados e os melhores governados da Europa, o crime é exceção; perseguido pelas leis, e sem influência sobre a sociedade. O que ali ainda domina são os vícios de caráter: o orgulho, o egoísmo,a cupidez e seu cortejo.
Por que, pois, esses povos progredindo, os vícios ali não se tornariam a exceção, como o são hoje os crimes, ao passo que os povos inferiores alcançariam novo nível? Negar a possibilidade dessa marcha ascendente seria negar o progresso.
Seguramente, tal estado de coisas não poderia ser a obra de um dia, mas se há uma causa que deve apressar-lhe o advento, sem nenhuma dúvida, é o Espiritismo. Agente por excelência da solidariedade humana, mostrando as provas da vida atual como a conseqüência lógica e racional das ações realizadas nas existências anteriores, fazendo de cada homem o artífice voluntário de sua própria felicidade, de sua vulgarização universal resultará, necessariamente, uma elevação sensível do nível moral atual.
Os princípios gerais de nossa filosofia estão apenas elaborados e coordenados, e já reuniram , numa imponente comunhão de pensamentos, milhões de adeptos disseminados sobre toda a Terra. Os progressos realizados sob a sua influência, as transformações individuais e locais que provocaram, em menos de quinze anos, nos permitem apreciar as imensas modificações fundamentais que são chamados a determinar no futuro.
Mas se, graças ao desenvolvimento e à aceitação geral dos ensinos dos Espíritos, o nível moral da Humanidade tende constantemente a se elevar, enganar-se-ia estranhamente supondo-se que a moralidade se tornará preponderante com relação à inteligência. O Espiritismo, com efeito, não pede para ser aceito cegamente. Ele apela para a discussão e a luz.
"Em lugar da fé cega, que anula a liberdade de pensar, ele disse: Não há fé inabalável senão aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da Humanidade. À fé, é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita do que se deve crer; para crer, não basta ver, é preciso sobretudo compreender." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.) É, pois, com justiça que podemos considerar o Espiritismo como um dos mais poderosos precursores da aristocracia do futuro, quer dizer, da aristocracia intelecto-moral."

Mediunidade, cada um com a sua

Olá amigos!
Postei esse texto no ano passado, mas, por alguma razão "inexplicável", tive vontade de voltar a postá-lo. Espero que seja útil!
Annapon




Mediunidade, cada um com a sua.

Nasci numa família de católicos. Alguns mais, outros menos comprometidos com a fé cristã.
A igreja para mim, quando criança, era questão de respeito, por um lado, e de diversão por outro porque era na igreja que eu encontrava meus amigos.
Fé para mim, naquela ocasião, era um sentimento desconhecido mesmo frequentando a igreja e “ouvindo” os sermões, mesmo acompanhando as rezas de minha mãe.
A medida que fui crescendo, porém, fatos “assustadores” começaram a acontecer. Lembro-me da minha primeira visão aos nove anos de idade e de um fato não menos “assustador” ocorrido na manhã seguinte a essa visão.
Falei com minha mãe sobre o assunto, porém, a resposta que obtive me deixou ainda mais inquieta e amedrontada. Não se pode culpar alguém por não conseguir nos ajudar nessas horas, mesmo porque nem todos compreendem e aceitam a mediunidade.
O tempo se encarrega de nos impulsionar para que busquemos as respostas sobre os fenômenos que nos acontecem, além do tempo, Deus nos aproxima de pessoas que podem nos ajudar.
As visões continuaram e resolvi então, na pré adolescência, contar a uma tia, umbandista praticante na época, sobre os fenômenos. Ela me tranquilizou e esclareceu como pôde sobre mediunidade. Baseou-se em sua experiência de médium umbandista para tanto.
Uma das mais belas visões que tive, aos nove de idade, foi a de uma mulher vestida de azul. Seu vestido era esvoaçante, leve, seu rosto muito bonito e seus cabelos negros e longos eram lindos. Ela fazia movimentos suaves com as mãos. 
Ao contar à minha tia sobre essa visão, ela me disse se tratar de Yemanjá. Desde então nunca mais em minha vida parei de sonhar com o mar.
Foram muitas visões, umas boas, outras nem tanto.
A Umbanda sempre me encantou, porém, o curso normal de minha vida não permitiu que à religião eu me dedicasse. O trabalho e os estudos preenchiam todo o meu tempo, muito embora, vez ou outra, eu me aproximasse de algum terreiro como visitante apenas e, nessas ocasiões, as entidades que me atendiam falavam sobre a mediunidade que eu “precisava” desenvolver, mas, como sempre, o tempo era curto e fui vivendo sem cuidar devidamente deste lado espiritual. Naturalmente que essa falta de cuidado, de alguma forma, me perturbava.
Uma das maiores consequências que enfrentei devido à minha negligencia foi o medo. Hoje sei que o medo alimenta pura e simplesmente os espíritos que gostam de brincar e que estão numa condição temporária de falta de esclarecimento e maturidade, mas, na época, e por um longo tempo de minha vida eles conseguiram me amedrontar, mesmo porque eu, assim como eles, não tinha base segura de esclarecimento/conhecimento espiritual.
Além das visões, diálogos entre pessoas estranhas me vinham ao pensamento, chegando a formar pequenas histórias. Hoje penso que esses diálogos curtos já anunciavam a tarefa de escrever que abracei, porém não sem antes ter lido e estudado por algum tempo.
Como já mencionei, Deus nos aproxima, através de seus mensageiros, de pessoas que podem nos ajudar em vários aspectos de nossa vida, mesmo que não percebamos. No meu caso, Ele me aproximou da pessoa que tinha recursos para me ajudar não apenas com o lado espiritual, mas com uma nova maneira de encarar a vida e seus obstáculos.
Essa pessoa, a quem muito devo do que sei e do que sou, é meu companheiro e pai da filha maravilhosa que Deus nos confiou. Foi ele quem me incentivou a escrever e quem me apresentou à Doutrina Espírita. Doutrina que muito me ensinou e ainda ensina.
Participei de estudos e me dediquei à leitura não apenas das obras de Kardec, mas de toda boa obra que pudesse me trazer mais informações sobre as questões da alma. Na casa espírita me envolvi em trabalhos diversos, mas o que me aproximou da psicografia intuitiva foi o trabalho mediúnico. Foi ainda no trabalho mediúnico que reencontrei meus velhos amigos espirituais da Umbanda, contrariando assim a opinião de muitos que crêem não ser possível a união fraterna entre as duas religiões no sentido de colaboração.
O trabalho mediúnico Kardecista me reaproximou dessas entidades tão queridas e iluminadas e de Pai Inácio que me intuiu a escrever sua história.
Por questões íntimas, e sob a orientação do mentor indiano Shàa, me desliguei da casa espírita e segui na Umbanda.
Minha experiência como médium de Umbanda no começo foi difícil, depois segui naturalmente e hoje posso dizer que meu coração não está e nunca esteve dividido entre o Espiritismo e a Umbanda, pois é a razão do espiritismo e a emoção da Umbanda que o fazem bater de forma equilibrada.
Mediunidade, cada um com a sua, título desta mensagem, tem por objetivo tão somente colaborar com quem ainda não se encontrou nesse caminho e está vivendo experiências semelhantes às minhas.
Talvez esse despretensioso relato possa ajudar alguém a encontrar seu tipo de mediunidade e o melhor caminho a seguir para desenvolver e aprimorar seu dom sem medo, preconceito e principalmente, sem ilusão.
Deixo uma dica: Estudo, disciplina e trabalho, são ferramentas adequadas disponíveis a todos os médiuns que busquem seguir o caminho da mediunidade de maneira séria e segura.

Annapon
19.06.2010

A Oração da Serva Cristã (Psicografia de Chico Xavier)



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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Família


Família é uma psicografia linda, verdadeira, que nos remete à reflexão. Robson Pinheiro. A ele, minha gratidão, por tudo o que me ensinou através de seu trabalho.
Sinceramente,


Annapon


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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Breve História da Umbanda


Amigos e parceiros do Coisas da Alma!

Posto esse excelente texto, por considerá-lo de extrema importância para as pessoas que amam ou se interessam pela religião de Umbanda.
É um excelente resumo da História da Umbanda, além de deixar claro que a religião tem crescido e se fortalecido ao longo desses anos todos.
É muito bom saber que essa nova fase da Umbanda, firmeza de sua Doutrina e dismistificação, não apenas foi anunciada pelo Astral Superior, mas está acontecendo. Cada vez mais os fiéis de Umbanda se interessam pelos estudos sobre a religião e por esclarecer, a si mesmos e aos seus irmãos, sobre a verdadeira essência da Umbanda e sua Sublime Missão no Brasil e na Terra.
Abençoadas forças sempre se unem aos que são sinceros e puros de coração!
Com alegria e muita fé,
Annapon







Principais acontecimentos da Umbanda


  • 15 de novembro de 1908 - Zélio de Moraes, então com dezessete anos, mediunizado com uma entidade que deu o nome de Caboclo das Sete Encruzilhadas, funda, em Neves, subúrbio de Niterói, o_primeiro terreiro de Umbanda. Usa pelo primeira vez o vocábuloUMBANDA, e define o movimento religioso como: "Uma manifestação do espírito para a caridade".  

  • Novembro de 1918 O Caboclo das Sete Encruzilhadas dá início à fundação de sete Tendas de Umbanda. Todas as Tendas foram fundadas no Rio de Janeiro.

  • Ano de 1920 - A Umbanda espalha-se pelos Estados de São Paulo, Pará e Minas Gerais. Em 1926 chega ao Rio Grande do Sul e em 1932 em Porto Alegre.  

  • O advento do Caboclo Mirim - Em 1924, manifestou-se no Rio de Janeiro, em um jovem médium, Benjamim Figueiredo, uma entidade, Caboclo Mirim, que vinha com a finalidade de criar um novo núcleo de crescimento para a Umbanda. Assim, toda a família do médium foi chamada a participar. Eram ao todo 12 pessoas que deram início ao que foi chamada a Seara de Mirim. Após 18 anos, em 1942, foi fundada a Tenda Mirim, à rua Sotero dos Reis, 101, Praça da Bandeira; mudou - se, posteriormente, para a rua São Pedro e depois para a Rua Ceará, hoje Avenida Marechal Rondon, 597. Também desta Tenda saíram vários médiuns que se responsabilizaram pela criação de Tendas de Umbanda ao longo de todo território nacional. A primeira casa dela descendente foi criada, em 30/06/51, como filial, em Queimados, Nova Iguaçu, à rua Alegre, s/n. Depois desta, novas casas foram abertas em Austin,  Realengo, Colégio, Jacarepaguá, Itaboraí e Petrópolis. A primeira casa, descendente do Caboclo Mirim, aberta fora do Rio de Janeiro foi a de Assaí, no Paraná. Até 1970, já tinham sido abertas 32 casas.

  • Ano de 1939 - Os Templos fundados pelo Caboclo das Sete encruzilhadas reuniram-se, criando a federação Espírita de Umbanda do Brasil, posteriormente denominada União Espiritualista de Umbanda do Brasil, incorporando dezenas de outros terreiros fundados por inspiração de "entidades" de Umbanda que trabalhavam ativamente no astral sob a orientação do fundador da Umbanda.

  • Outubro de 1941 - Reúne-se o Primeiro Congresso de Espiritismo de Umbanda. Outros Congressos havido posteriormente retiraram acertadamente o nome espiritismo que, de fato, pertence aos espíritas brasileiros, os quais seguem a respeitável doutrina codificada porAlan Kardec. Em suma,
    • espírita pratica o espiritismo
    • na Umbanda pratica-se o Umbandismo.

            Neste Congresso foi apresentada tese pela Tenda S. Jerônimo, propondo a descriminalização da prática dos rituais de Umbanda. O autor, Dr. Jayme Madruga, a par de um minucioso estudo de todas as constituições já colocadas em vigência no Brasil, busca também em projetos como o da Constituição Farroupilha e nos códigos penais até então vigentes e no que haveria de vigorar após 01 de janeiro de 1942, os argumentos mostrando que o caminho da Umbanda começava a ser aberto e que caberia aos Umbandistas buscar acelerar o processo com declarações e resoluções partindo daquele congresso, em prol da descriminalização da prática da Umbanda. Em 1944, vários umbandistas ilustres, entre eles vários militares, políticos, intelectuais e jornalistas,  apresentam ao então Presidente Getúlio Vargas um documento intitulado "O Culto da Umbanda em Face da Lei" e consegue daquela autoridade a descriminalização da Umbanda. Este fato, que foi extremamente positivo, trouxe como subproduto uma perda de identidade muito grande Por parte de nossa religião, uma vez que todos terreiros, das mais variadas seitas, incluíram em seus nomes a palavra Umbanda como forma de fugir à repressão policial. Como nossa religião, nessa época, não tinha um rito claramente definido e nem a formação de sacerdotes, o que gera uma hierarquia, a Umbanda ficou à mercê dessa deturpação; outro fato que fortaleceu essa descaracterização foi que, sendo um período de crescimento, não se buscava a qualidade dos Terreiros que se filiavam à Federação, ou à União que lhe sucedeu, e, finalmente, ao CONDU.
  • Foi criado em 12 de setembro de 1971, na cidade do Rio de Janeiro, o Conselho Nacional Deliberativo de Umbanda - CONDU, que congrega as Federações de Umbanda existentes ao longo do país, atualmente, contando com mais de 46 Federações, de norte a sul do país, reunindo representantes de mais de 40.000 Terreiros de Umbanda. "
  • Em 1972, em mensagem psicografada por Omolubá, enviada pelo poeta Ângelo de Lys, confirma-se a origem da Umbanda no Brasil, através do médium Zélio de Moraes.  
  • Em 1977, o CONDU reconhece, publicamente, como verdadeira a origem da Umbanda no Brasil.
  • Novembro de 1978 - Surge o livro "Fundamentos de Umbanda, Revelação Religiosa", de Israel Cisneiros e Omolubá, que vem colocar nos seus devidos lugares a questão da origem da Umbanda. - portador de mensagens do astral, trazendo, por fim, após 70 anos de existência da Umbanda, as bases teológicas e norteadoras da doutrina umbandista, com fundamentos integrais da nova religião e sua verdadeira origem. O livro expõe a estrutura básica do movimento religioso, no sentido de elevar a Umbanda à justa posição de RELIGIÃOeminentemente brasileira.

            Neste momento,  que podemos definir como sendo o início desse novo período; assume-se a 
    Umbanda como religião brasileira e através desse livro começa o primeiro movimento consistente para dar a ela uma base teológica.  Após este primeiro livro, seguir-se-ão outros, de Omolubá, em especial os "Cadernos de Umbanda", que incontestavelmente dão continuidade  ao movimento de consolidação do ritual de Umbanda e, mais ainda, a criação de uma hierarquia, baseada na formação sacerdotal, fundamental para a manutenção das bases ritualísticas e conceituais apresentadas na primeira obra: Fundamentos de Umbanda.
        Decorridos setenta anos de existência da Umbanda no Brasil, compreendidos entre 1908 / 1978, passou este curto espaço de tempo, porém significativo, a ser conhecido entre os estudiosos da causa como Período - Propagação da única e genuína força de credo, nascido neste século, em terras brasileiras.

        Certamente que Zélio de Moraes, famoso médium já desencarnado, não iria supor que passadas menos de seis décadas, aquela crença, nascida no modesto bairro de Neves, fosse classificada, entre as religiões existentes, como a segunda do país, comportando mais de vinte milhões de seguidores, num crescendo espantoso de fiéis, apesar das perseguições policiais a que foi submetida, das intrigas da religião majoritária, além do completo descaso de todos os governos até a data atual, mesmo tratando-se de uma preferência natural, espontânea, de mais de um sexto da população. Hoje, o movimento mágico e religioso da Umbanda estende-se por todo o Brasil, professado como pobreza e humildade, sem proselitismo, sem explorações na magra bolsa do povo, sem  dízimo compulsórios, mistérios mistificantes e regular envio a "royalties da fé" para o exterior.

        Embora a Umbanda se apresente, muitas vezes, uma tanto desfigurada, com nuanças religiosas, reconhecemos que isso decorre desse período-propagação, no afã de conquistar almas, ainda que respeitando ambientes regionais. E nunca deixou, através das verdadeiras guias, de oferecer amparo prático, ajuda, orientação e, sobretudo, de inspirar o desejo de reascendimento dos corações que dela se socorrem, apontando sempre a eterna chama da esperança de dias melhores, calcados, naturalmente, na ação correta de cada instante, na cordura, no companheirismo e na fraternidade.

        Os mentores da Umbanda, sediados na Aruanda (cidade localizada no plano astral), já determinaram sabiamente o procedimento normativo, religioso para os setenta anos vindouros, 1979/2049, como sendo o período de Afirmação Doutrinária. Obviamente, a doutrina deUmbanda ficará como ponto essencial para a estabilidade e perpetuação desse movimento, na forma digna, ensejada pelo estudo constante, a par do esforço sincero de cada devoto, no sentido de conduzir a Umbanda, no plano físico, a um merecido status de religião organizada, a serviço da comunidade religiosa nacional.

        No imenso campo místico da nossa Terra, onde proliferam, abundantemente, conceituações religiosas diversas, algumas das quais exóticas, cheias de superstições, interpretações confusas e duvidosas, mercantilismo, fanatismo, mistificações, "curas divinas" e desonesto profissionalismo pastoral, a Umbanda, sobranceira, erguerá seu edifício religioso, tendo como obreiros da primeira e da undécima hora, devotos excepcionais, médiuns sinceros, babalorixás e ialorixás honestos que, há muito, já assumiram posição na hierarquia de responsabilidade e trabalho, cônscios de que a quantidade será relegada a segundo plano, em proveito da qualidade, e convictos de que, em matéria doutrinária, não pode nem deve haver transigências oportunistas, confirmando-se, desse modo, que "Umbanda é coisa séria para gente séria".

        Umbanda, sendo a única religião criada no Brasil, não pode ser dividida. Quem tiver esta pretensão cairá no ridículo. A nossa religião deve ser tratada com todo carinho, amor, serenidade e estudo, sobretudo com a renovação de caráter dos que a professam para que a mesma possa espelhar a grandeza de sua doutrina. A Umbanda se sente desmerecida com o tratamento que lhe dispensam boa parte de terreiros onde se vê:
  • mais animismo do que mediunísmo; 
  • mais interesses cúpidos do que magias; 
  • mais deslealdades do que autenticidades; 
  • mais personalismo do que espiritismo.
        O sacrifício de animais (oferenda de sangue) nunca foi, não é e nem será ritual de Umbanda
  • Não cobrar, 
  • não matar, 
  • usar o branco, 
  • e utilizar as forças da natureza são rituais de Umbanda
        Portanto, podemos afirmar que a Umbanda é produto da evolução_espiritual ou religiosa. Suas origens estão contidas nas filosofias orientais, fonte inicial de todos os cultos do mundo civilizado, que implantada em nossa terra, reuniu-se as práticas dos conceitos e crenças do índio, branco e negro.
        Cavalcante Bandeira reporta-se aos mestres do idioma africano, citando o vocábulo umbanda como: 
  • "Arte de curar", 
  • "Magia", 
  • "Faculdade de curar por meio da medicina natural ou sobrenatural"; 
  • ou ainda "Os sortilégios que, segundo se presume, estabelecem e determinam a ligação entre os espíritos e o mundo físico". 
        O vocábulo "Umbanda" só pode ser identificado dentro das qualificadas línguas mortas. Todavia, entre os angolenses existe o termo "Quimbanda", que significa "sacerdote, invocador de espíritos", firmado no radical  mbanda , conservado através de milênios, legado de tradição oral da raça africana, o qual é uma corruptela do original u-banda ou aum-bandhã.
        "Toda essa complexa Mistura, que o leigo chama de macumba, baixo espiritismo, magia negra, envolvendo práticas fetichistas e barulhentas... era a situação existente, quando surgiu um vigoroso movimento de luz, ordenado pelo astral superior, feito pelos espíritos que se apresentavam como Caboclos, Pretos Velhos e Crianças. Surgiram práticas as mais confusas e desordenadas, envolvendo oferendas com sacrifício de animais, sangue, etc., e por isso tudo fez-se imprescindível um novo movimento dentro desses cultos ou de sua massa de adeptos, feito pelos espíritos carminantes afins a essa massa e pelos que, dentro de afinidades mais elevadas, se aplicam no amor e narenúncia em prol da evolução_de_seus_semelhantes, o qual foi lançado através da mediunidade de uns e outros pelos Caboclos e Pretos Velhos, com o nome de Umbanda. O termo umbanda que eles implantaram no meio para servir de bandeira a essa poderosa corrente (ensinaram que) é um termo litúrgico, sagrado, vibrado, que significa, num sentido mais profundo, o conjunto das leis de Deus".
        A Umbanda é um "movimento mágico religioso", genuinamente brasileiro, e a sua finalidade primordial como religião é a de despertar anseios de espiritualidade na criatura humana. Para que esse despertamento se faça, torna-se necessário um permanente estado de religiosidade, onde toda vivência é baseada na compreensão e plena sensibilidade (não sentimentalismo), para com tudo e todos que nos cercam e compõem a humanidade.
        A Umbanda é uma doutrina espiritualista como o Espiritismo, o Catolicismo, o Esoterismo, etc... o que não impede de haver entre elas diferenças essenciais que lhe dão características próprias. É resultante natural da fusão espiritual das raças branca, índia e negra.
        Sua lei principal é resumida numa só palavra: CARIDADE - no sentido do amor fraterno em benefício dos seus irmãos encarnados, qualquer que fosse a cor, a raça, o credo e a condição social, não podendo haver ambicioso, vaidoso, mistificadores, pois estes, mais cedo ou mais tarde, são afastados da Umbanda pelos espíritos de luz.
BIBLIOGRAFIA:
ESTUDO DA UMBANDA 1, 2, 3 E 4 DO CENTRO ESPÍRITA VOVÓ JOANA DA BAHIA. RUA  126 Nº 148 - JARDIM DA PAZ - MAUÁ - RIO DE JANEIRO
UMBANDA - RELIGIÃO DO BRASIL- EDITORA OBELISCO
A UMBANDA BRASILEIRA - JOSÉ FONSECA
O CULTO DE |UMBANDA EM FACE DA LEI- VÁRIOS UMBANDISTAS -RIO DE JANEIRO/1944
SELEÇÕES DE UMBANDA - BABALORIXÁ OMOLUBÁ
UMBANDA - SUA CODIFICAÇÃO  EDYR ROSA GUIMARÃES  ALMIR S. M. DE LIMA
MAGIA DE UMBANDA  BABALORIXÁ OMULUBÁ
CADERNOS DE UMBANDA Nº 3 - BABALORIXÁ OMULUBÁ
GRAVAÇÕES FEITAS PELA VOZ DE ZÉLIO DE MORAES. E POSTERIORMENTE POR SUAS FILHAS ZÉLIA E ZILMÉIA.
Todos os documentos que comprovam a verdade destes fatos estão arquivados na CASA BRANCA DE OXALÁ TEMPLO UMBANDISTA - Rua Barbacena 35 - Lagoa Santa - Minas Gerais CEP 33400-000
Dirigentes: Solano de Oxalá e Maria de Omolú

        Em 1935 estavam fundados os sete templos idealizados pelo caboclo das Sete Encruzilhadas, coroando de êxito o que nos parece ter sido um dos movimentos, entre outros semelhantes e não registrados, mais importantes da criação da Umbanda no Brasil.
        Zélio desencarnou em outubro de 1975, aos 84 anos de idade. De seu trabalho resultou a Umbanda de hoje, que abrange cerca de 30 milhões de adeptos, segundo estimativas apresentadas no 2º Festival Mundial de Artes Negras, realizado em Lagos, na Nigéria, pelo professor René Ribeiro, da Universidade Federal de Pernambuco, que demonstrou que a Umbanda era a religião que mais crescia no Brasil. O professor Ribeiro baseou-se em dados do IBGE.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Quando se tem por volta de 50 anos


Dedico esse trabalho a todos os meus amigos e parceiros do Coisas da Alma.
Annapon




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Ramatis fala sobre saúde e enfermidade



 A SAÚDE E A ENFERMIDADE
A saúde e a enfermidade são os produtos da harmonização ou desarmonização do indivíduo para com as leis espirituais.
As moléstias, em sua manifestação orgânica, identificam que no mundo psíquico e invisível aos sentidos, a alma está enferma!
O volume de cólera, inveja, luxúria, cobiça, ciúme e ódio ou hipocrisia que por ventura o Espírito tenha acumulado no presente ou nas existências anteriores forma um patrimônio de uma carga tóxica que, em obediência à lei da Harmonia Espiritual, deve ser extraída da delicada intimidade do perispírito.
Durante o período gestativo da nova encarnação, esses resíduos psíquicos venenosos, vão-se condensando gradativamente no corpo físico à medida que este cresce e, por fim, lesam as regiões orgânicas que por hereditariedade sejam mais vulneráveis.
Esse processo de o Espírito drenar o seu psiquismo doentio através da carne humana, a Medicina estuda e classifica sob uma terminologia técnica, preocupando-se mais com os “doentes”.
A causa da moléstia, na realidade, além de dinâmica é oculta aos olhos ou aos sentidos físicos; o enfermo sente o estado mórbido em si, mas o médico não o vê nem pode apalpá-lo.
Quando ocorre a sua materialização física no corpo, alterando os tecidos, deformando órgãos ou perturbando os sistemas vitais, é porque a carga psíquica enfermiça atingiu o seu final.
Por isso, não é no momento exato que o indivíduo acusa os sintomas materiais da doença que realmente ele fica doente: na verdade ele já vivia mental e psiquicamente enfermo, embora o seu mundo exterior ainda não houvesse mostrado esse fato.
As inflamações, úlceras, tumores, fibromas, tuberculoses, sarcomas, quistos, hipertrofias, cirroses, adenomas, amebiases, etc. são apenas os sinais visíveis identificando a manifestação mórbida que “desceu” do psiquismo enfermiço para a exterioridade da matéria. Ref. (01) Páginas 146 / 147

 AS MOLÉSTIAS DO CORPO E A MEDICINA
Ramatis acrescenta que os médicos ajudam as criaturas sofredoras a suportar e resistir as dores provocadas pela expurgação deletéria descida do perispírito para a carne. Eles promovem os intevalos de alívio e de convalescença, contribuindo para que os enfermos não atinjam a fase de desespero psíquico quando submetidos a um excesso de sofrimento contínuo.
A humanidade terrena, quanto as suas necessidades espirituais, nunca foi esquecida pelo Alto, pois inúmeros médicos do espirito passaram pela Terra, deixando os mais sublimes e salutares roteiros para a cura definitiva da humanidade.
Buda na Ásia, Hermes Trimegisto no Egito, Confúcio na China, Zoroastro na Pérsia, Crisna e Rama na Índia e Jesus na Judéia, além de outros líderes religiosos e terapeutas do Espírito, ensinaram com devotado carinho quais os verdadeiros medicamentos para a cura da alma.
Eles pregaram as virtudes espirituais em todos os locais do Planeta Terra e o fizeram de maneira sublime e entendível a todas as criaturas. Explicaram que, enquanto os pecados fazem mal ao Espírito, as virtudes o beneficiam.
Explica ainda que, em face do nosso progresso atual, já podemos avaliar a virtude como um processo científico e preventivo que torna mais leve o perispírito, enquanto o pecado o ensombra e intoxica pela produção de venenos psíquicos, que depois deverão ser purgados nos charcos astrais, ou então transferidos para o corpo carnal combalido e enfermo, através de cruciantes sofrimentos.
Enquanto os pecados da gula, o ciúme, a luxúria, a avareza, o orgulho, a vaidade, o egoísmo, a crueldade, a maledicência ou a hipocrisia produzem fluidos tóxicos e lesivos à delicadeza da vestimenta perispiritual, o Espírito adquire a saúde quando se habitua à prática da bondade, da paciência, da humildade, da pureza, da honestidade, do amor, do altruísmo, da filantropia, da frugalidade, da renúncia ou da simplicidade. Ref. (01) Páginas 264 / 265

 PERTURBAÇÕES, NEUROSES E DEPRESSÃO
Uma mente sã, esclarecida espiritualmente, enfrenta qualquer problema mental, emocional ou físico, tal qual a “sabedoria do rio”, que sempre se orienta e desvia-se dos obstáculos.
A mente vazia e a ignorância das leis do Espírito e da vida, ocasionam distúrbios e conflitos psíquicos, que se acabam alongando na saúde física: derrames, enfartes e até o câncer.
Para a cura do Espírito e do corpo são necessários os ensinamentos espirituais, para a renovação e reequilíbrio, sem o que a alma enferma impede a recuperação da saúde.
“Quem não se deixar vencer pela verdade será vencido pelo erro”
(Santo Agostinho).
A neurose, ou perturbação a qualquer grau, são desajustes temporários da criatura com o mundo, pessoas e coisas; é um distúrbio que dá e passa.
No fundo, a pessoa é perfeita ... A causa principal do distúrbio é a visão distorcida e o viver puramente material.
Aplique e realize o “Conheça a ti mesmo”. Com esta chave e um bom mergulho interior, uma análise profunda, a saúde espiritual estará de volta.
A Psiquiatria, a Psicanálise e a Religião, formalizada, sem as bases do conhecimento das leis do Espírito, encaram os problemas com processos, remédios e rezas, o que não atinge as causas profundas dos desajustes
Leia com muito cuidado as obras do esclarecimento básico: “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e “O Livro dos Espíritos”, onde encontrarão as respostas e a orientação para o restabelecimento das neuroses e das depressões. Ref. (02)
Texto extraído do Site Sociedade Espírita Ramatis

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