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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Independencia do Brasil



Redação do Momento Espírita, com base nos cap. 18 e 19 do livro Brasil, coração do Mundo, Pátria do Evangelho, pelo Espírito Humberto de Campos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.

Sete de setembro. Feriado nacional. Dia da Independência do Brasil.
Por todo o País se fazem presentes as comemorações.
São desfiles militares, escolares, civis. Discursos, bandas, orquestras.
Evoca-se 1822, em verso e prosa.
Enaltece-se Dom Pedro I como o Libertador.
Desde a sua audaciosa desobediência às determinações da Metrópole portuguesa, não regressando a Portugal, estava proclamada a Independência do Brasil.
O Príncipe tinha suas noites povoadas de sonhos de amor à liberdade.
Desenvolvia no Espírito as noções da solidariedade humana.
Não representava o tipo ideal necessário à realização dos projetos espirituais, mas era voluntarioso. E ele era a autoridade.
Os patriotas já não pensavam noutra coisa que não fosse a organização política do Brasil.
A imprensa da época concentrava as energias nacionais para a suprema afirmação da liberdade da Pátria.
As pessoas viviam a expectativa. Todos os corações aguardavam.
Então, no retorno da sua viagem a São Paulo, um correio leva ao conhecimento de Dom Pedro as novas imposições das cortes de Lisboa.
Ali mesmo, nas margens do Ipiranga, ele deixa escapar o grito: “Independência ou Morte!”
Sem suspeitar, Dom Pedro I era dócil instrumento de um Emissário Divino, que velava pela grandeza da Pátria.
Consumou-se o fato e, logo, os versos do Hino da Independência eram cantados: “Já podeis da Pátria filhos, ver contente a Mãe gentil. Já raiou a liberdade, no horizonte do Brasil.”
A independência do Brasil foi fruto do intenso trabalho das hostes espirituais junto aos homens. Muitos homens deram a vida por este Ideal.
São passados 185 anos da nossa Independência.
Olhamos o nosso imenso País, um gigante geográfico e nos indagamos: “Somos realmente livres?”
A verdadeira independência é moral.
Enquanto prosseguem vigentes o jeitinho brasileiro e a lei de Gerson não seremos livres.
Quando assumirmos nosso papel de homens dignos, corretos, fiéis aos nobres ideais, seremos livres.
Quando o estandarte da solidariedade e da tolerância se implantar em nossos corações, a nossa bandeira verde e amarela tremulará mais bela.
Quando estendermos os braços para o bem da comunidade, as estrelas do Pano Pátrio brilharão com maior intensidade.
Quando a ordem e a disciplina se instalarem nas ações de todos nós, o branco do Pavilhão Nacional terá alcançado o verdadeiro sentido: a paz.
Para que o progresso real se instale, é necessário que as individualidades cresçam. A soma das conquistas pessoais resultará no crescimento coletivo.
Hoje é um excelente dia para se propor a trabalhar pelo nosso Gigante.
Dizem que está adormecido, mas só porque os seus filhos dormem. A Mãe gentil que nos recebe nesta etapa da vida no planeta merece-nos o esforço.
Se quisermos, e só se quisermos, poderemos tornar verdadeira, desde agora a assertiva espiritual: Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho.
Coração que pulsa, que ama, que não relega ao abandono os seus filhos. E tanto quanto pode, recebe e ampara os filhos de outros solos.
Pátria do Evangelho que irradia o bem, que serve de modelo, que luta pela Justiça, pela Verdade.
Independência moral. Crescimento real. Vamos todos começar neste dia a lutar por tais objetivos?
* * *
Você sabia que Tiradentes, morto em 1792, continuou após a sua morte, a trabalhar pela Independência do Brasil?
Ele estava com o Príncipe Regente Dom Pedro no Grito do Ipiranga.
Isto demonstra que os Espíritos, mesmo abandonando a carne, prosseguem nos Ideais abraçados.
Os Espíritos, como os homens, amam o torrão que lhes serviu de berço, se interessam pelas coletividades, trabalham pelo bem geral.

Com base no texto acima quero comentar que eleições não se ganham apenas nas urnas. Existe toda uma programação espiritual e um carma a ser cumprido/esgotado nessas questões políticas que interferem diretamente na vida dos habitantes de uma nação.
Costumamos repetir muitas vezes que nada é por acaso e não é mesmo, ainda mais questões tão sérias que envolvem as vidas de milhares de pessoas. Se o acaso não existe, então devemos concluir que cada nação, em seu momento de compreensão e evolução, necessita de um determinado tipo de governo independente das preferencias pessoais ou interesses particulares. Os vencedores não recebem apenas os votos dos eleitores, antes sim estão predestinados a governar e no mais das vezes são espiritos que há muito estão engajados nas questões politicas. Sendo assim, vencer ou perder, faz parte do processo evolutivo de cada um, porém, a coletividade é questão preferencial da espiritualidade.
Devemos nos habituar a incluir em nossas orações, as pessoas que governam nossas cidades, estados e a nossa Pátria, transmitindo-lhes assim força, sabedoria, coragem e tudo o mais que necessitem para que todos, sem exceção, se beneficiem de suas decisões, mesmo que os governantes não sejam os nossos preferidos, cultivar esse habito promove o fortalecimento da humildade em nossos corações e certamente isso só nos fará bem, além de colaborarmos dessa forma com o nosso povo e com a Nossa Pátria!
Aos amigos leitores desse blog, deixo o meu abraço com votos de muita paz, amor e coragem,
Annapon




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