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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O aborto



Aborto (sob a ótica espírita)


Em “O Livro dos Espíritos”, encontramos a seguinte resposta sobre a questão do aborto: Pergunta 358 – Cap.VII – Constitui crime a provocação do aborto em qualquer período da gestação?

 Resposta:

 “Há crime sempre que se transgrida a Lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.”

 E a resposta à questão seguinte, número 359, diz que o aborto apenas é permitido, pela Lei de Deus, se a gestação coloca em risco a vida da mãe. Podemos concluir, pelas respostas dos Espíritos de Luz, que o aborto é crime, uma vez que vai contra a Lei Divina.

Ao contrário do que pensam muitos, sobre a vida do feto, há de se atentar ao fato de que o espírito se une ao corpo que habitará, desde a concepção, portanto, antes mesmo de sua formação. Sendo assim, como dizem os médicos, o ser em formação sente tudo a sua volta e no caso de rejeição, ainda mais sente, pois perde a oportunidade de evoluir e não apenas isso, existem ainda os vínculos carmicos ou de amizade, ou até mesmo de chance de evoluir, com sua ajuda, dos próprios pais. Tudo se frustra no caso da mãe optar pelo aborto e em alguns casos, com tal ato, novo carma a partir dessa decisão se contrai, devendo ser, pela Lei de Deus, resgatado cedo ou tarde. Mesmo nos casos de violência sexual que venha a resultar numa gravidez indesejada, ainda assim o aborto é crime, pois a espiritualidade, diante de tal fato, pode ligar ao feto, um espírito que esteja esperando para renascer, podendo ser um grande amigo dessa mãe que, embora violentada, terá nele, em seu filho, um grande amigo que a poderá auxiliar na vida e em sua velhice.

Nos casos de violência sexual, porém, o espírito não se liga a partir da concepção, mas sim pela espiritualidade que jamais desperdiça oportunidade de vida e progresso dos seres. Nesses casos, se a mãe sentir-se impossibilitada de criar seu filho, gerado de forma indesejada, que ela então, por compaixão, ou até mesmo por questões de consciência, permita seu nascimento, mesmo que venha a encaminhar essa criança para eventual adoção. Mesmo os que não crêem na reencarnação e na continuidade da vida em outro plano, abominam o aborto por entenderem, de alguma forma, tratar-se de violação à Lei de Deus. Isso é instintivo, a preservação da vida é inerente ao ser humano e não se prende à religião. Certamente que o livre arbítrio do ser humano sempre é respeitado e, aquele que não conhece as leis do carma, reencarnação, causa e efeito, são “menos responsáveis” que aqueles que já despertaram para tal realidade, pois, mais “culpável” é aquele que conhece a lei e a infringe, que o que a desconhece e age sem saber o mal que causa a si e aos outros.


Texto de Annapon baseado no Livro dos Espíritos - Cap.VII - 358-359.  24.03.2010 -


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