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Despretensiosamente levando um pouco de espiritualidade ao mundo!

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Novo Ângulo


Novo Ângulo


Na pressa do dia a dia, coisas, lugares e situações passam facilmente despercebidas. A pessoa normalmente, envolta em seus pensamentos, não percebe as mudanças à sua volta e os detalhes do caminho que percorre diariamente.
A pressa não permite a observação e o pensamento, voltado às obrigações e tarefas, não deixa espaço para que a mente relaxe. Temos ai uma das tantas causas do estresse, doença da mente que afeta a alma e a vida de milhões de pessoas.
Se, ao invés de ceder aos estímulos da pressa e das pressões cotidianas, a pessoa, ao menos por alguns minutos, poucos, olhasse a sua volta, se espantaria com as mudanças ocorridas no caminho que percorre há tempos. Perceberia, então, uma nova construção já em fase de acabamento, por exemplo, ou talvez, com um pouco mais de boa vontade, perceberia como são belas as arvores e as mudanças que sofrem a cada estação.
Cada dia é um novo dia e, cada dia é uma nova oportunidade de ver as coisas, situações e as outras pessoas, sob um novo ângulo. Se a pessoa exercitasse sua mente, como exercita seu corpo, muito mais descobriria sobre si mesma e sobre os outros, além das belezas do caminho que percorre às cegas, no afã de cumprir metas.
A meditação é simples, requer apenas um pouco de boa vontade e traz inúmeros benefícios às pessoas que têm o habito de praticá-la. Tapetes e incensos são dispensáveis, pois se pode meditar caminhando, lendo ou simplesmente não pensando, algo considerado muito difícil para a grande maioria das pessoas, porém, tudo é exercício. Da persistência surge o hábito.
Exercite sua mente no silencio dos pensamentos e descobrirá, surpreso, o novo ângulo, observe mais detidamente o caminho, voce e os outros. Muitas surpresas estão reservadas àquele que se propõe a tão saudável exercício.
Corpo e mente necessitam de exercício e, muitas vezes, o melhor exercício é silenciar, relaxar, afrouxar as tensões, não lutar, permitir que tudo passe naturalmente, até mesmo a dor física se rende ao silencio e ao relaxamento, experimente.
Observe os detalhes do caminho que voce percorre, ou coisas, pessoas, sem julgar, simplesmente observe, esse é um excelente exercício para relaxar a mente, silenciar os pensamentos que julgam, além de ser uma maneira de ver tudo a sua volta sob uma nova perspectiva. Vá um pouco além, observe, enquanto caminha, o que vai adiante de voce, olhe o mais longe que sua vista alcançar e fixe-se num ponto, depois, a medida que voce desse ponto se aproximar, vai perceber a incrível diferença entre o distante e o próximo, quantas mudanças entre a distancia e a proximidade existem, nesse momento sua mente já relaxou e o seu poder de observação aumentou, é simples.
Com o tempo voce vai observar que a cada dia, o mesmo caminho está um pouco diferente, que algo novo surgiu ou que alguma coisa foi retirada modificando o cenário, assim, cultivando o hábito da observação sem julgamentos, sua mente se tornará mais apta aos enfrentamentos que exigem dela o raciocínio e o bom desempenho de suas faculdades.
Cuide de sua mente e em pouco tempo verá os excelentes resultados que seu corpo apresentará, procure sempre, porém, observar tudo de um novo ângulo, aquele que voce jamais havia pensado em observar, surpreenda-se então e viva com base nesses conceitos de observação, transportando-os para novas maneiras de enfrentar as situações de seu cotidiano e de sua vida.

Muita Luz,
Shàa e Anna em 28.09.2010





segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ALEGRIA DE ERÊ - Cosme e Damião



Na voz de nossa amiga Liz a homenagem às crianças fica ainda mais alegre e festiva!
Que a voz de Liz leve sempre essa mensagem de amor e de fé aos corações!
Salve São Cosme e São Damião

sábado, 25 de setembro de 2010

Sai Baba fala sobre 2012




Sai Baba é um avatar encarnado e reside na Índia. 
Guru de extrema sabedoria, realiza belíssimo trabalho espiritual e assistencial.
O texto abaixo foi postado no Facebook e compartilhado.

Ouviu falar de 2012 como um ano em que algo ocorrerá?

Bom, por um lado existem várias profecias que indicam esta data como um momento importante da história da humanidade, mas a mais significativa é o término do calendário Maya, cuja profecia foi interpretada de várias formas.  Os mais negativos pensam que nesse ano o mundo termina, mas isto não é real, pois sabemos que neste ano começa a Era de Aquário.
 Na verdade este planeta está sempre mudando a sua vibração, e estas mudanças intensificaram-se desde 1898, levando a um período de 20 anos de alterações dos pólos magnéticos que não ocorriam há milhares de anos.  Quando ocorre uma mudança do magnetismo da terra, surge também uma mudança consciencial, assim como uma adaptação física à nova vibração.  Estas alterações não acontecem apenas no nosso planeta, mas em todo o universo, como a ciência atual tem comprovado.
Informe-se sobre as mudanças das tempestades solares (que são tempestades magnéticas) e perceberá que os cientistas estão a par destes assuntos.  Ou pergunte a um piloto aviador sobre o deslocamento dos pólos magnéticos, já que todos os aeroportos foram obrigados a modificar os seus instrumentos nos últimos anos.
Esta alteração magnética se manifesta como um aumento da luz, um aumento da vibração planetária. 
Para entender mais facilmente esta questão, é preciso saber que a vibração planetária é afetada e intensificada pela consciência de todos os seres humanos.  Cada pensamento, cada emoção, cada ser que desperta para a consciência de Deus, eleva a vibração do planeta.  Isto pode parecer um paradoxo, uma vez que vemos muito ódio e miséria ao nosso redor, mas é assim mesmo.
Venho dizendo em mensagens anteriores que cada um escolhe onde colocar a sua atenção.  Só vê a escuridão aqueles que estão focados no drama, na dor, e na injustiça.  Aquele que não consegue ver o avanço espiritual da humanidade, não tem colocado a sua atenção nesse aspecto.
Porém se liberar sua mente do negativo, abrirá um espaço onde sua essência divina pode manifestar-se, e isto certamente trará o foco para o que ocorre de fato neste momento com o planeta e a humanidade.
“Estamos elevando a nossa consciência como jamais o fizemos”.

Como assim?  Não percebe a escuridão?
Vejo-a sim, mas não me identifico com ela, não a temo.  Como posso temer a escuridão se vejo a luz tão claramente?  Claro que entendo aqueles que a temem, porque também fiquei parado nesse lugar onde apenas via o mal.  E por esta razão sinto amor por tudo isso.
A escuridão não é uma força que obriga a viver com mais ruindade ou com mais ódio.  Não é uma força que se opõe à luz.  É ausência da luz.  Não é possível invadir a luz com a escuridão, porque não é assim que o principio da luz funciona.  O medo, o drama, a injustiça, o ódio, a infelicidade, só existem em estados de penumbra, porque não podemos ver o contexto total da nossa vida.  A única forma de ver a partir da luz é por meio da fé.  Assim que aumentamos a nossa freqüência vibracional (estado de consciência), podemos olhar para a escuridão e entender plenamente o que vivemos.

Mas como pode afirmar tudo isso, se no mundo existe cada vez mais maldade?
Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora. 
Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W.  Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá muita desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que tinha naquele local.
A sociedade está mais iluminada.  Isto é o que está acontecendo.  E isto faz com que muitas pessoas que lêem estas afirmações as considerem loucura.
Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente?  Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza.
Esta nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes.  Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente.   Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz.  E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.
Esta mudança provoca dores físicas nos ossos, que os médicos não conseguem resolver, já que não provem de uma doença que possa ser diagnosticada.
Dirão que é causado pelo estresse.  Porém isto não é real.  São apenas emoções negativas acumuladas, medos e angústias, todo o pó e sujeira de anos que agora precisa ser limpo.
Algumas noites as pessoas acordarão e não conseguirão dormir por algum tempo.  Não se preocupem.  Leiam um livro, meditem, assistam TV.  Não imaginem que algo errado ocorre.  Você apenas está assimilando a nova vibração planetária.  No dia seguinte seu sono ficará normal, e não sentirá falta de dormir.
Se não entender este processo, pode ser que as dores se tornem mais intensas e você acabe com um diagnóstico de fibromialgia, um nome que a medicina deu para o tipo de dores que não tem causa visível.  Para isto não existe tratamento específico – apenas antidepressivos, que farão com que você  perca a oportunidade de mudar sua vida.
Uma vez mais, cada um de nós precisa escolher que tipo de realidade deseja experimentar, porém sabendo que desta vez os dramas serão sentidos com mais intensidade, assim como o amor.  Quando aumentamos a intensidade da luz, também aumentamos a intensidade da escuridão, o que explica o aumento de violência irracional nos últimos anos.
Estamos vivendo a melhor época da humanidade desde todos os tempos.  Seremos testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.
Informe-se, desperte sua vontade de conhecer estas questões.  A ciência sabe que algo está acontecendo, você sabe que algo está acontecendo.  Seja um participante ativo.  Que estes acontecimentos não o deixem assustado, por não saber do que se trata.



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ramatis fala sobre a Umbanda




Como somos médiuns conscientes, com o tempo aprendemos a perceber o toque e o magnetismo próprio de cada entidade que nos auxiliam regularmente. Neste sentido, a Umbanda é e tem sido de fundamental importância, pois a prática regular da mediunidade em conformidade com os seus usos e costumes ritualísticos leva o médium a uma espécie de casamento fluídico com as entidades que lhes são ancestrais. (...)

Recentemente tivemos uma experiência muito gratificante que nos foi autorizada comentar. Fomos conduzidos a um local do Plano Astral que é um tipo de templo suspenso no ar, de uma abóbada celeste azulínea que não existe similar na Terra, administrado pela Grande Fraternidade Branca Universal. Ao passarmos por esta imensa loja etérea, verificamos a existência de várias salas contíguas e rapidamente fomos conduzidos ao interior de uma delas onde ao atravessarmos um pórtico de entrada, nos deparamos surpreendidos frente a frente com mestre Ramatís em sua configuração fluídica da encarnação nos idos da antiga Atlântida, que também é uma de suas aparências astrais de Caboclo na egrégora de Umbanda; tendo pele vermelha, olhos verdes e nariz aquilino, muito alto, vestia túnica branca com alguns símbolos astrológicos dourados bordados nas laterais, nesta ocasião estava sem turbante ou mitra, de cabelos soltos muito negros e compridos caídos pelos ombro. (...)
Ficamos algo surpresos pela forma Astral ou corpo de ilusão de Caboclo, usualmente utilizada nos terreiros umbandistas, por Ramatís da época Atlante estar sendo utilizada também em um templo da Grande Fraternidade Branca Universal, o que nos mostra quanto de envolvimento pode estar havendo no seio da Umbanda por esta plêiade de espíritos das mais variadas paragens cósmicas. A bom tempo, Ramatís nos informou que há cada vez mais falta de expressão de canais mediúnicos em outras egrégoras para socorrer nos charcos trevosos do Umbral inferior, por isto a importância da Umbanda no atual momento planetário da Terra.


Fragmento do livro "Jardim dos Orixás", psicografado pelo espírito Ramatís, através do médium Norberto Peixoto, editado pela Editora do Conhecimento

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Esposa amiga

Esposa Amiga

Assim como a maioria das mulheres, a protagonista dessa história se casou cheia de sonhos, planos, projetos de alegrias e venturas.
Esmerou-se na arrumação do novo lar e dos preparativos para o grande dia que considerava ser o dia, até então, mais importante de sua vida.
O noivo compartilhava de toda essa euforia com sua noiva, também ele tinha sonhos, planos, projetos e, assim como ela, esperava pelo grande dia que mudaria seu estado civil e sua vida.
Amigos e parentes também compartilhavam a alegria do casal e se envolvia na arrumação geral para esperarem, também eles, o grande dia que prometia muita emoção.
Tudo pronto, revisados os detalhes, eis que o dia amanhece prometendo modificar para sempre duas vidas que haveriam de se unir, naquele dia, pelos laços da afeição e afinidade.
Ânimos agitados, correria. Os noivos já sentiam, desde cedo, aquele “frio na barriga” e o nervosismo natural pela chegada de tão esperado dia.
A nave da igreja, enfeitada de finas flores, aguardava a chegada dos noivos “mais felizes do mundo” e, esses, por sua vez, tremiam só de pensar no momento de entrar ao som da marcha nupcial que os faria congelar as veias e tremer, de emoção, todo o corpo.
E foi o dia mais feliz, até aquele momento, na vida dos noivos. A cerimônia fora bela e emocionante. A noiva estava linda e o noivo elegante.
Os convidados, vestidos à altura, cumprimentavam o casal buscando secar lágrimas de emoção que, nas mulheres, causavam o incomodo borrão na maquiagem e nos homens, constrangimento.
A festa, impecável, aparentemente a todos agradava e seguia o casal feliz naquele dia tão especial de suas vidas, sorrindo, posando para uma infinidade de fotos, mas com muito boa disposição.
Fim da festa, malas prontas, o casal vai viajar no sonho da Lua de Mel que melhor seria se fosse de cristal, mas, essa é apenas uma consideração, algo a se refletir e pensar.
Felizes passeiam, amam, desfrutam das belezas da viagem tão sonhada, mas, viagens também acabam e a volta à realidade é inevitável.
Volta o casal para começar uma nova vida em seu novo lar aconchegante e planejado com esmero pelos dois radiantes noivos recém casados.
Voltam aos seus respectivos trabalhos ainda sob o efeito inebriante da Lua de Mel. Comentam com seus amigos sobre a maravilhosa cerimônia, festa e viagem. Vivem, por algum tempo ainda assim, sob o efeito da euforia natural de quem realiza um sonho.
O tempo, porém, passa e com ele leva a euforia, deixa apenas a lembrança dos momentos de tão grande alegria.
A vida real começa para o casal trazendo consigo o natural problema de quem inicia um convívio diário, compartilhando o mesmo teto. Nesse momento discussões e desentendimentos também são naturais, pois o período de adaptação do casal é uma questão delicada.
Passado o período critico, o casal vai se acomodando e se adequando à nova vida, que já não tem mais a doçura e o encanto da Lua de Mel, nem tampouco a euforia da cerimônia, festa, viagem.
E o dia mais feliz da vida do casal passa deixando lembranças, porém, a chegada de uma criança toma definitivamente seu lugar. Agora, o dia mais feliz da vida dos dois é o dia que chega ao mundo o tão esperado filho, que será neto, sobrinho, primo, filho do casal amigo do qual alguém foi padrinho de casamento.
Dias mais felizes mudam conforme muda a vida e o interesse do ser humano.
A criança então rouba a cena, cuidados são necessários. E o casal coruja se desdobra para atender o pequenino ser em suas tantas necessidades.
Mas o tempo passa, a criança cresce e o casal espera por mais um dia que venha a se somar aos outros dias mais felizes de suas vidas, talvez, quem sabe, a chegada do neto se torne então esse dia feliz tão esperado.
Ao longo desse caminho, porém, muitas coisas acontecem. O relacionamento exige compreensão, tolerância, amizade em esquema de mão dupla para poder se manter firme e sólido, como sonham tantos, porém em alguns casos, as coisas não acontecem bem assim e um dos dois tem de ser mais forte.
Alguns casais sucumbem aos primeiros ventos que anunciam uma tempestade, outros sobrevivem aos ventos vindo a sucumbir aos primeiros raios, mas há os que sobrevivem bravamente às tempestades, alcançando a calmaria renovadora que chega imediatamente após uma forte tormenta.
Nossa protagonista, ao longo da história de seu casamento, viveu alegrias e tormentos. Superou a dor, o constrangimento, com muita fé e coragem. Jamais esqueceu os doces sonhos do começo, pelo contrário, foram esses sonhos que alimentaram sua alma para que ela superasse as dificuldades.
O marido, antes tão presente e prestativo, alguns anos depois do nascimento do filho, passa a apresentar sinais de irritação, modificando sua conduta antes irrepreensível. Ela percebe a mudança, busca o dialogo em vão. O tempo passa e a situação mais se agrava. Ele fala em separação, mas ela não quer nem discutir o assunto fechando-se em copas. Ele insiste, ameaça e daí para a violência foi um pequeno salto. Mesmo assim ela não pensa em separação, pois o homem pelo qual se apaixonou e casou, não era aquele que agora a agredia, insultava.
Diante de tão triste situação, ela, sem saber ao certo o que se passava com o marido, foi em busca de auxilio espiritual. Bateu em muitas portas, foi explorada financeiramente, mas não desistiu da busca. Foi uma longa caminhada até que encontrou a ajuda tão exaustivamente buscada na fé de franzina senhora que com muito amor e boa vontade, atendia as pessoas em sua humilde casa. A senhora franzina, de alma cristalina, era médium de incorporação e trabalhava com uma entidade de muita luz e sabedoria.
Ciente do problema espiritual que seu companheiro vinha a anos enfrentando, ela então se mune de coragem e reúne forças para enfrentar a batalha. Foram vários atendimentos e muitas conversas amigas com a franzina senhora que, incorporada, a orientava com muito amor e cuidado.
Preces diárias tornaram-se um hábito para ela, bem como a higienização de seu lar com ervas especialmente preparadas pela entidade amiga que ela carinhosamente passou a chamar de vovó.
Foi um longo caminho, porém, os primeiros frutos de tanta dedicação não tardaram a aparecer. Pouco a pouco, seu companheiro foi se acalmando, por vezes até voltava a ser gentil agradável e carinhoso com todos e em casa.
Quando a situação já apresentava sinais de controle, vovó pediu a ela que trouxesse seu companheiro à sua presença. Ela, porém, sabia que seria difícil convencê-lo a ir, mas, confiando sempre na luz e na força da vovó, o convidou. Ele aceitou imediatamente o convite sem discutir, fato que muito a espantou, porém, encheu de alegria o seu coração que era só amor e bondade em sua mais profunda essência.
Juntos, diante da franzina senhora que incorporava a doce vovó, o casal então, tomado de surpresa, recebeu a seguinte revelação:
“Vocês passaram pela tormenta! Alegrem-se! Sei que a prova foi dura para os dois, porém, vocês venceram. O amor triunfou. A paciência temperou e Nosso Senhor abençoou a união de vocês que agora está fortalecida, pois, na ventura, tudo é mel, mas na dificuldade, tudo é fel. Vocês atravessaram as nuvens escuras, agora é tempo de desfrutar do bem que a experiência traz. Em outros tempos, numa outra vida, vocês não conseguiram superar a discórdia e se tornaram inimigos. Voce, filha, um dia fez esse seu companheiro sofrer muito por conta de sua rebeldia e falta de limites, mas agora, superou tudo com a força do amor e da perseverança no bem em seu coração. Foi por isso que ele passou por essa crise de personalidade, para que enfim vocês se acertassem e se perdoassem como nos ensina Jesus. O perdão os libertou. Não fosse seu amor filha e a sua insistência em recuperar seu marido, a essas horas não estaríamos aqui reunidos, falando dessa história vivida por vocês. Na verdade voce precisava mais de ajuda do que ele, compreende filha? As vezes o que parece ser não é e o contrário também vale. Voce precisava dessa experiência para que sua alma fosse lapidada e para que o amor se fortalecesse em seu coração. Voce filho, por sua vez, se deixou envolver demais pela crise que deveria ter sido menos áspera. Voce também é responsável pelos excessos que não deveriam ter alcançado os patamares da violência, mas, o amor tudo cura. Comecem uma nova etapa em suas vidas, apaguem o passado e sigam em paz. Cuidem muito bem um do outro para que essa oportunidade que Deus está dando a vocês seja coroada de muito sucesso e luz. Agora é seguir em frente com muita amizade e compreensão.”
A esposa amiga venceu. Ela lutou bravamente pelos seus sonhos e pelo perdão que sua alma tanto necessitava, perdoando seu companheiro é que na verdade ela foi perdoada e, lutando pela sua recuperação é que ela enfim se recuperou.
O bem é contagioso e quando nele perseveramos nos iluminamos e nada há que possa vir a fazer sucumbir o bem que conquistamos com fé, esperança e amor.



Vovó Cambinda da Guiné e Anna em 21.09.2010

Bem aventurados os que choram

Excelente texto de meu amigo querido Jorge Leite de Oliveira


BEM-AVENTURADOS OS QUE CHORAM...
Jorge Leite de Oliveira

Se, aos pobres de espírito, Jesus promete o Reino dos Céus; aos que choram promete a consolação no cap. 5, versículo 4 de Mateus. Para aqueles que empregam as suas energias, todo o entusiasmo e esperança somente na felicidade aqui na Terra, sem quaisquer perspectivas ante a possibilidade de uma vida futura, as palavras do Senhor soam até mesmo absurdas. Por que bem-aventurados, se choram? Melhor é ser feliz por sorrir, por desfrutar de todas as coisas boas proporcionadas pela vida atual, que consideram a única certeza.
Parece-lhes um contra-senso estas palavras de Jesus: “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”. Como consolar os que choram, se, em milhões de casos, esse choro é proveniente da fome insaciada, dos aleijões sem possibilidade de reparação, das agressões físicas e morais provenientes da própria família e do abuso do poder ou da autoridade terrenas? A vida não os favoreceu com a sorte desde o nascimento, diferentemente dos privilegiados do berço rico, com enxovais luxuosos, a quem nunca falta nada, desde a boa alimentação e vestuário até as boas escolas, lazer, projeção socioeconômica.
Como consolar as lágrimas daqueles que nascem na miséria, dos enfermos sem cura, dos que sofrem privações de toda espécie, que não têm acesso aos mínimos direitos previstos na própria Carta Magna do País e não possuem esperanças de um futuro melhor para si e seus filhos? Como conciliar isso com a vida aparentemente privilegiada dos acima citados? Como entender a impunidade dos corruptos, a felicidade dos que nasceram na opulência e gozam dos privilégios da sorte, com o desprezo e a humilhação sofridos pelos infelizes, dia após dia, por toda a existência física na Terra?
Nas atividades de assistência social das quais participamos ou das que nos são relatadas, ouvimos histórias incontáveis de dores profundas e, muitas vezes, só aplacadas com a desencarnação do ser tão sofrido. Que consolação podem ter, nesta vida, milhões de seres que mais vegetam do que vivem? Se tivéramos uma só encarnação, como muitos supõem, onde estaria a justiça divina, ainda que esses sofredores pudessem ter uma vida melhor após a existência física? Os que gozam de todas as benesses, aproveitando bem o ensejo no bem, também não desfrutarão da mesma felicidade na vida espiritual?
Aqui é uma mãe que, sem ter quem a esclareça, com parcos auxílios materiais, dá à luz, ano após ano, a dez crianças e, com menos de trinta anos, aparenta cinqüenta. Ali é outra mãe, ou outra abnegada criatura, que mal consegue alimentar, com feijão e farinha, um filho ou tutelado deficiente mental ou físico. Acolá é um portador de grave enfermidade, que aguarda, sofrido e, por vezes, em desespero, o momento da sua desencarnação. Assim, de miséria em miséria, o sofrimento vai grassando e infelicitando, na Terra, grande número de seus habitantes.
Essas pessoas, convivendo nas periferias das grandes cidades, observam, ao seu redor, aqueles a quem os recursos materiais permitem uma vida totalmente diversa da sua. Então recorrem, muitas vezes, ao lixo que é jogado fora, pelos últimos, para daí tirarem seu sustento. Por vezes, suplicam-nos um servicinho qualquer, que lhes é negado pela mais conhecida razão: o egoísmo humano.
Desse modo, com o miserável, persiste, sem justificativa racional, o estômago que ronca vazio e desesperado. Que outro consolo lhe damos, senão o de acreditar noutra vida, após a morte física, melhor do que a existência atual, inútil e sofrida? Mas ao menos podemos dar-lhe essa certeza? E se não conheceu a mensagem crística? E ainda se, conhecendo-a, observa, nos que a pregam, o predomínio do interesse próprio e da mais dura impiedade?
Assim, algumas, nem todas, dessas pessoas sofridas, após angústias sem fim, revoltam-se e partem para o crime. De quem é a culpa, delas, que nem ao menos têm a esperança numa vida futura melhor, ou daqueles que lhes negam tudo, do pão material ao espiritual? Devemos então deixá-las sofrer, por sabermos haver, para as almas não revoltadas, uma recompensa no outro mundo? Elas podem estar expiando seus erros de existência pretérita, mas, se Deus nos colocou perto delas, não é para julgá-las e, sim, para aliviar-lhes as carências morais e físicas.
Se é certo que os bens e os sofrimentos são aparentemente mal repartidos entre a população mundial, não menos certo é que nascemos para fazermos o bem e não apenas para evitarmos o mal. “Cada um responderá por todo o mal que haja resultado de não haver praticado o bem” (Kardec, Allan. O livro dos espíritos, questão 642).
Dessarte, se vemos alguém sofrendo, rogando-nos ajuda, e nada fazemos para aliviar sua dor, para secar suas lágrimas, auxiliar, responderemos pelo mal resultante de nossa conduta descaridosa. Não foi por outra razão que Jesus alertou com a parábola das ovelhas e dos bodes, quando se refere ao julgamento de cada um consoante suas obras:
Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí, por herança, o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me, adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. (Mateus, 25: 34 – 36).
Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; enfermo e na prisão, e não me visitastes. (Mateus, 41- 43).
Vemos acima que o consolo aos que choram não se refere apenas a quem padece, mas também a quem socorre o sofredor. Tanto num quanto no outro caso, acima, é pela reencarnação que colheremos os frutos do que semearmos na Terra. No primeiro, a recompensa será a de uma vida futura, na Terra, em um reino, ou seja, em situação de felicidade destinada aos bons “desde a fundação do mundo”. No segundo caso, o retorno à vida física dar-se-á na condição de um “fogo eterno”, ou seja, sofrimento físico e moral, destinado ao “diabo e seus anjos”, que são os opositores do bem e não entidades criadas para o mal e o sofrimento eternos.
Para sair desse ciclo, é preciso arrepender-se, passar pela prova da expiação e reparar, humildemente, suas faltas pretéritas, o que explica o choro atual de tantas criaturas encarnadas. Entretanto, tal situação não justifica nossa falta de compaixão e auxílio fraternal, sem o que poderemos vir, por nossa vez, a também sofrer as mesmas dores.
Mas não é apenas pela reencarnação que colheremos o que plantamos. São as dores morais muito fortes, no plano espiritual, que nos impulsionam ao desejo do retorno nas mesmas condições de privações que deixamos passar ou proporcionamos aos infelizes da Terra.
Aqueles, porém, que, resignados, aceitam suas provas e se esforçam por melhorar-se, já aqui mesmo, na vida física, encontrarão razão para sorrir. Despertados para a necessidade do esforço próprio, ainda que no desempenho das mais singelas e difíceis tarefas, de tal modo eles se empenham em agir no bem que, desde então, já começam a ser recompensados. A caridade independe da posse de bens materiais. Por isso, muitas pessoas, mesmo na pobreza, espalham a felicidade por toda a parte, recebendo, de imediato, a gratidão dos beneficiados pela sua solidariedade fraterna e seu trabalho desinteressado.
Há, todavia, os que, desejosos de adquirir conhecimento, de trabalhar, ainda que nas mais simples tarefas mundanas, não possuem qualquer possibilidade nesse sentido. Pois nasceram em estado de extrema miséria e em condições físicas tais que nada podem fazer para proverem à própria subsistência. Há também os que necessitam da caridade alheia para cuidar desses parentes em deplorável miséria orgânica, como a da deficiência mental, a dos corpos deformados pela ausência de membros. Há, enfim, todo tipo de miséria física e moral no mundo implorando piedade, compreensão e auxílio muitas vezes não recebidos na vida física.
A esses, só resta, quando a têm, a esperança numa vida futura melhor. Entretanto, não podemos esquecer das palavras de Jesus: “É necessário que haja escândalos, mas ai daquele que os proporcionar” (Mateus, 18: 7).
Esforcemo-nos, portanto, na prática da caridade, nosso objetivo primordial aqui na Terra. Enxuguemos, quanto pudermos, as lágrimas dos que sofrem, para que as bem-aventuranças prometidas a eles não dispensem a nossa boa-vontade em amá-los e servi-los. Façamos, pois, a nosso próprio benefício, o bem possível, porque assim, sem dúvida, podemos, desde já, dar início à consolação prometida pelo Cristo aos que choram.

Drogas e Obsessão Espiritual



Boa explicação sobre as drogas na visão holistica / apometrica. Vale a pena prestar atenção e compreender a razão pela qual a família é tão importante no processo de recuperação de dependentes químicos ou de qualquer ordem.
Annapon

Nota de pesar da FEB

NOTA DE PESSAR DA F E B

Perdemos uma das grandes expoente da formação da Umbanda no Brasil, no dia 16
p.p.; faleceu em São Paulo a última filha viva do Médium Zélio Fernandino de Moraes,
o responsável pela incorporação do anunciador da Umbanda no Plano Astral, Caboclo
das Sete Encruzilhadas – ZILMÉIA MORAES DA CUNHA.
Mãe Zilméia como era conhecida, estava morando em Ilha Bela, litoral norte paulista,
onde era Presidente da Tenda Nossa Senhora da Piedade, uma das sete Casas de
Umbanda fundada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas.
Curiosamente, a sua passagem para o outro plano, o espiritual, se deu no dia de Nossa
Senhora da Piedade.
Estamos tristes, mas sabemos que a sua trajetória por este Plano, só foi de glorias e
muito amor pela nossa tão querida e amada Umbanda.
Onde ela definia a umbanda em dois parâmetros: AMOR E CARIDADE

Pedimos aos Templos de Umbanda filiados a FEB ou não, que coloque luto de três dias,
Em homenagem as nossas origens umbandista.

Neusa Maria Herbst Levindo
Diretora Presidente



Com pesar
Yalorixá Lúcia D"Iansã

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mensagem do Mestre Ramatis

Trecho do livro abaixo citado. Ramatis é um espirito que muito me ensinou e ainda ensina.

Ramatís: O ritual, em si, é uma operação que disciplina a sucessão de fases,atos e operações destinadas a promover o desenvolvimento gradativo e lógico dos acontecimentos da Natureza, em comunhão com a atividade do espírito encarnado. Não se trata de um acontecimento excêntrico e supersticioso, mas é um processo científico e técnico, presente em todos os acontecimentos do mundo profano, embora, seja mais específico de esfera religiosa, iniciática, maçônica e esotérica. O ritual nada tem de crendice ou mistérios, mas é ordem,graduaçã o técnica e coerência desdobrativa, regendo e consagrando o ritmo, a sucessão e a manifestação das coisas.

Deus quando criou o mundo,também seguiu um determinado ritual, pois ele não o fez de chofre, mas disciplinado por um procedimento gradativo e sensato, em que primeriamente surgiram às coisas fundamentais e depois as secundárias. Deus, de início, fez o planeta Terra, obedecendo ao ritual de criação;depois, veio a segunda fase, quando criou os mares, os rios e as florestas;entã o surgiram os pássaros, os animais e os peixes. Mas haveria inexplicável insensatez, contrária ao rito da criação, caso os peixes aparecessem antes dos mares ou os animais antes das florestas.

É devido ao ritual já consagrado na cirurgia que o médico operador primeiramente troca suas vestes empoeiradas da rua pelo uniforme branco e limpo; em seguida, lava a s mãos, depois faz a assepsia do enfermo, apanha o bisturi, faz a incisão periférica, aplica os grampos hemostáticos, e só então inicia a verdadeira intervenção com os instrumentos de ação profunda. O êxito de sua intervenção não se prende unicamente a sua sabedoria, experiência ou decisão, mas, também, a obediência ao ritual rigoroso que lhe disciplina as atividades cirúrgicas e já consagradas pelo tempo e experiência.

O ritual, portanto, é o modo de fazer as coisas certas, um desenvolvimento metódico que evita o erro e a confusão.

Magia de Redenção

Psicografia: Hercílio Mães

Espírito: Ramatís

Amar os animais

Luiz Fernando Veríssimo



Texto de Luiz Fernando Veríssimo

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha).
2. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes quem está te olhando também não sabe! Ta valendo!).
3. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!).
4. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!).
5. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite. (Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!).
6. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'. (Onde ninguém se entende.......).
7.Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'. (Ouvir música é hobby... No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!).
8. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!).
9.. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É Verdade!).
Uma última, mas não menos sábia.
10.'Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra'.
William Shakespeare

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Pseudo Mentores

A base de sustentação fluídica de uma instituição espírita está na reunião mediúnica. É ali, na constância e seriedade dos companheiros que se estabelecem através do tempo os recursos protetores do grupo e da própria instituição. Portanto, quando os espíritos contrários ao bem desejam desestabilizar uma instituição, o primeiro caminho que eles buscam é a reunião mediúnica. É o local onde, se não houver harmonia entre os seus integrantes, seriedade nas tarefas e comprometimento com as propostas do Espiritismo, será fácil ser transformado num foco de intrigas, desunião e origem de inúmeros transtornos que podem levar à derrocada de qualquer grupo.

Eis um caso grave para nossa reflexão.

Um inteligente espírito, ainda devotado ao mal e à perseguição, com objetivos de vingança, desejando destruir um grupo mediúnico que atuava recuperando inúmeros espíritos em dificuldade – e, portanto, atrapalhando os objetivos daquele espírito – descobriu um jeito fácil de provocar a desunião.

Trouxe para o ambiente da reunião, onde ele já se apresentava em inúmeras tentativas exitosas como o mentor da casa, um espírito embriagado e que sentia muita dor de cabeça. Despojou-o sobre um dos médiuns mais considerados do grupo, que passou a sentir fortes dores de cabeça. Através de outro médium, então, o inteligente espírito apresenta-se – novamente como se na condição de mentor – e, depois de considerações iniciais, afirmou que tiraria a dor de cabeça forte que o médium estava sentindo, sem que o próprio médium houvesse antecipado qualquer informação sobre o desconforto mental.

E, confirmando o que prometera, retirou o espírito que ele mesmo trouxera, resultando em alívio imediato para o médium. Aí firmou-se no grupo a idéia do suposto poder daquele espírito que manifestava-se já há algum tempo... Especialmente para aquele médium que viu sua aguda e repentina dor de cabeça desaparecer também num efeito rápido.

Um dos médiuns, todavia, de percepção sintonizada com o bem percebeu o embuste e alertou o grupo. Aí se estabeleceu a confusão, porque especialmente o médium beneficiado repentinamente da incômoda dor melindrou-se com a observação. Daí para a agressão verbal foi um passo. Pronto, estabeleceu-se a desunião, objetivo primeiro daquele inteligente e equivocado espírito.

Quantos de nós já não passamos por essas observações inoportunas que nos fascinam, estabelecem confusão e são fartos caminhos de melindres e desentendimentos?

Algo que exige um pouco mais de reflexão do que a simples aceitação cega de um fato que pode muito bem ser uma bela armadilha bem montada. Daí a oportunidades das sábias recomendações dos espíritos para que estejamos alertas e vigilantes, especialmente aquela trazida por Erasto em O Livro dos Médiuns, no item 230 do capítulo XX – Influência Moral do Médium: “(...) Desde que uma opinião nova se apresenta, por pouco que vos pareça duvidosa, passai-a pelo crivo da razão e da lógica; o que a razão e o bom-senso reprovam, rejeitai ousadamente; vale mais repelir dez verdades do que admitir uma só mentira, uma só falsa teoria. (...)”.


Artigo gentilmente cedido por Orson Peter Carrara

Texto extraido do forum de Kardec Online - Participem !

O Olhar

Ninguém é culpado

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Tudo Passa




Tudo passa, ou diminui de proporção.

Assim como as grandes alegrias passam, as grandes dores também, porém, as lembranças das grandes alegrias e das grandes dores sempre retornarão à memória, mas, o tempo, que tudo cura e acomoda, fará com que essas lembranças não mais causem euforia, nem tampouco dor com a mesma intensidade vivida à época do acontecimento.

A crença na reencarnação aplaca a dor, na certeza que nascimento e morte são fases da vida e assim, com naturalidade, devem ser encaradas. Num momento chegamos e no outro voltamos às nossas origens reais. O espiritismo trouxe à luz do mundo esse conforto, muito embora a crença na reencarnação seja milenar.

Quando estamos envolvidos com a dor recente, essa dor nos parece interminável, porém, tudo passa.

Certamente a dor é mais intensa dependendo das circunstâncias nas quais se dá a temporária separação, mesmo assim, passará, diminuirá, ainda que as lembranças, por vezes, teimem em reabrir a ferida, tudo passa.

A consciência, porém, é cobradora implacável. Ela, muitas vezes, é quem não permite que a dor passe mais rápido e a resignação, diante do fato natural da vida, chegue e faça seu papel de consoladora, como deve ser.

A vida é como uma estação; num dia chegamos, nos instalamos, vivemos desfrutando do lugar ao qual nos dirigimos; no outro dia fazemos a bagagem e partimos para mais uma vez nos instalarmos, vivermos,...

A vida é eterna. Ir e vir faz parte dela.


Com afeto a todos,


Anna Pon 07.09.2010

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