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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Beleza, contrário de feiúra





Beleza, contrário de feiúra

Encarnam no Planeta Terra, espíritos que necessitam passar por provas, expiações, resgates.
Dentre as tantas provas, pelas quais o espírito encarnado passa, inevitavelmente, estão as da beleza e da feiúra.
Raramente se pensa sobre a questão, ou se compreende que essas duas formas, externas e internas, das quais é portador, ou não, o ser humano, podem sim serem provas pelas quais o espírito necessite passar por inúmeras razões. O mesmo não ocorre com os espíritos que encarnam num corpo comum, onde os extremos, beleza e feiúra, não existem. A estes, portanto, estão destinadas outras provas.
Uma vez encarnado o espírito num corpo belo, que será admirado, invejado, desejado, provas como o excesso de vaidade, a arrogância, o orgulho, o desprezo pelos outros, fatalmente se apresentarão, cabendo a esse espírito vencer e superar esses desafios tanto quanto possível para que a encarnação lhe seja bem aproveitada.
Tal qual a riqueza, a beleza coloca o ser humano num grau elevado de responsabilidade com ele mesmo e com as outras pessoas.
Diz-se do feio que é alguém cuja aparência desagrada e que possui formas desarmônicas, podendo vir a provocar repulsa. Esse espírito enfrenta a dura prova de não ser, por muitas vezes, aceito pelos outros. Alvo de zombaria, muitas vezes se isola e retrai, quando na verdade deveria superar esses desafios buscando outras formas de beleza que não fossem as exteriores.
Ao bem, o ser humano associa o belo e ao mal, o feio. Existe ai um grande equivoco, pois a beleza pode ser feia e a feiúra pode ser bela, tudo depende do que se é e não do que se apresenta.
Se o espírito encarnado sendo belo na forma, for “feio” de atitudes, sentimentos, ações e reações, imediatamente se torna tanto ou mais repulsivo quanto o feio na forma. No caso contrário, sendo feio na forma, porém belo de atitudes, sentimentos e as mesmas ações e reações, logo é aceito e belo, aos olhos dos outros, se faz. Tudo é uma questão de saber lidar com a prova, pois a aparência pode enganar.
Lidar bem com a prova da beleza é não permitir que a forma destrua o ser e, lidar bem com a prova da feiúra é não permitir que a aparência limite as tantas formas de beleza que o ser humano pode desenvolver e compartilhar.
Existem muitos casos nos quais espíritos extremamente cruéis habitam em belos corpos e o contrário é o espírito bondoso que habita um corpo considerado esteticamente feio. Isso nos remete à reflexão: Será que a beleza física é cruel e a feiúra bondosa? Não, nem sempre. Apesar de ser mais comum o belo cruel e o feio bondoso, essa é uma questão de evolução espiritual de cada um, pois existem belos bondosos e feios cruéis também. Trata-se, como dissemos de prova à qual o espírito está exposto e sair-se bem da prova, superando-a e conservando a integridade do ser é o objetivo do teste aplicado, bem como garantia de evolução, alvo principal da encarnação seja ela como e de que forma for.

Muita Luz,

Shàa e Anna em 31.08.2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Pai Nosso



Oração Dominical – Pai Nosso

Esta é a prece que Jesus recomendou à humanidade.
Embora pareça simples, ela resume todos os nossos deveres para com Deus, para conosco, para com a natureza e para com o nosso próximo.

Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Ninguém chega ao Pai senão através Dele, ou, de Seus ensinamentos, de Suas sábias palavras.

Quem pronuncia o Pai Nosso com fé, sente força e esperança, pelo simples fato de que entrega a Deus a sua vida. Louvando acima de tudo e de todas as coisas, o Seu Nome.

Quando se pronuncia o Pai Nosso em intenção de alguém, pede-se, para a pessoa, exatamente o que se pediria para si e, este é um momento muito especial. Neste instante a pessoa deixa de lado a negatividade e pede a Deus proteção para o seu próximo, assim como ela própria sabe que necessita deste amparo Divino em sua vida.
Este é um gesto silencioso e humilde de grande valor. Através dele, podemos alcançar bênçãos diversas, desde que nossa oração seja sincera, que parta do nosso coração e que neste momento, seja colocada nas mãos de Deus e de Jesus, toda a nossa mais intima confiança, acreditando acima de tudo que a vontade de Deus, que é Perfeito e Poderoso, seja feita e, sendo esta vontade qual for, ainda assim, a nossa fé não se abalará.

Pronunciar o Pai Nosso mecanicamente, sem sentimento, é o mesmo que repetir palavras em outra língua que não se conhece. Apenas se repete o que é ouvido. Sem entender não é possível sentir. Sem sentir, não alcançamos o objetivo ao qual nos propomos.
Vamos então tentar entender, depois sentir, depois pronunciar e por fim, confiar com esperança e amor.

Pai Nosso que estais nos céus, Santificado seja o Vosso nome!

Deus, portanto, segundo nos ensina Jesus, está nos céus. Não apenas no céu que podemos ver com nossos olhos, mas, no infinito.
Os céus aos quais se refere Jesus estão muito além da nossa compreensão.
Se pensarmos no universo, com suas inúmeras estrelas, planetas e tudo o mais que o compõem, temos condições de perceber que os céus, nos quais está Deus, não pode ser por nós compreendido em sua totalidade, mas, sabemos que a Terra é o planeta que habitamos e que foi por Deus criado.
A Terra faz parte deste imenso universo. Tem céu, tem terra, porém, o céu que vemos daqui, é apenas uma pequena parte do universo infinito por Deus criado, portanto, imaginar que Deus está no céu por nós visto, é limitar o Seu imenso poder.
Melhor é pensar que Deus está em todos os lugares, em toda a natureza e principalmente dentro de nós.
Santo é o Seu nome, pois, reconhecemos seu poder, sua perfeição, sua misericórdia, desde o inicio dos tempos da Terra.

Venha a nós o vosso reino!

Podemos pensar no Reino de Deus quando observamos suas Leis.
Voltando no tempo, nos lembramos dos dez mandamentos transmitidos a Moisés, servo de Deus.
Adorar a Deus sobre todas as coisas;
Não adorem ídolos;
Não pronunciar o nome de Deus em vão;
Guardar o sábado para fins de louvor e oração;
Honrar pai e mãe;
Não mate;
Não cometa adultério;
Não roube;
Não testemunhe em falso;
Não cobice nada o que é do outro.

Estes mesmos mandamentos, que parecem tão antigos, se bem analisados nos tempos atuais, resumem o roteiro de vida que Deus espera que seja cumprido por todos nós.
Toda a dor, sofrimento e misérias aos quais estamos expostos, todos nós, têm origem na violação destas mesmas leis, praticadas por nós através dos tempos.
Então o Reino de Deus que deverá vir a nós, é um mundo no qual suas Leis sejam fielmente obedecidas. A partir de então, o homem gozará de paz e felicidade.

Seja feita a vossa vontade assim na Terra como no céu!

Quando se pronuncia esta frase, quer dizer que o homem aceita e acata as Leis de Deus, submetendo-se a elas sem murmurar e sem jamais deixar de crer em Sua Sabedoria.
As Leis de Deus são as mesmas tanto na Terra como no céu que significa o plano espiritual ao qual todos nós iremos nos reunir um dia.

O pão nosso de cada dia nos daí hoje!

O homem necessita diariamente de alimento. Não só daquele que sustenta o corpo, mas, também daquele que mantém a alma em conexão com o Criador.
Através do suor de seu rosto, o homem adquire o pão material de cada dia necessário à sua subsistência e através da prece, da confiança em Deus, adquire o pão espiritual que o fortalece e eleva, tornando as asperezas da vida menos amargas.
Pedir a Deus o pão de cada dia, não significa que o homem deva esperar que este pão caia do céu como por milagre, mas, significa pedir os recursos necessários à manutenção de sua vida através do trabalho digno.
Aquele que pede a Deus pelo supérfluo vai contra as suas Leis, portanto, não pode ser atendido.
Dentro das Leis Divinas não existe injustiça.
Quando observamos que uns têm muito, no sentido material e, outros têm pouco, não significa isto que Deus é injusto, mas, antes de tudo, quer dizer que, tanto a riqueza quanto a carência material são provas que nosso espírito necessita para que evolua.
Aquele que utiliza bem a riqueza material que Deus lhe concede, normalmente ampara, através de trabalho digno, a muitas famílias. Tendo ele condições de liderança, censo de justiça, certamente é amparado por Deus para que mais prospere a fim de auxiliar tantos outros filhos de Deus em necessidade.
Por outro lado, aquele que bem passa pela privação dos recursos materiais, confiando acima de tudo em Deus e sendo grato pelo trabalho que lhe chega, mantendo integra a sua dignidade, é certo que este também é amparado por Deus.
A diferença está no avanço de cada um e nas necessidades do espírito, não nas necessidades materiais que são ilusórias e passageiras.

Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido!

Talvez seja este o pedido mais difícil de ser cumprido pelo homem, tendo em vista a enorme dificuldade que o ser humano tem de perdoar, porém, ele quer ser perdoado, busca em Deus o perdão, mas, não perdoa ao seu semelhante.
Sendo assim, busquemos nesta frase, a força e a coragem para sermos bons, tolerantes uns para com os outros. Somente assim poderemos obter o perdão de Deus.
São Francisco sabiamente já dizia que é perdoando que se é perdoado. De outra forma não se pode alcançar perdão.
O maior exemplo é Jesus que morreu na cruz perdoando em seu último suspiro, seus malfeitores.
Temos o exemplo puro e vivo, vamos procurar nos esforçar no exercício do perdão. Com certeza seremos mais felizes.
Disse ainda Jesus: “Perdoai os vossos inimigos”
No primeiro momento pensamos ser impossível cumprir esta orientação do Mestre, mas, se tantas vezes Ele mencionou o perdão, é porque o ser humano necessita perdoar para ser mais feliz, mais saudável, pois, aquele que não perdoa e que remói dentro de si rancores, adoece espiritualmente e fisicamente, podendo desenvolver em seu corpo, doenças graves.

E não permitas que caiamos em tentação, mas, livrai-nos do mal!

Deus não permite que o mal chegue a nenhum de seus filhos. O mal está dentro de nós. Pedir a Deus para que este mal não nos desvie do bem é o que se deve fazer. O esforço pessoal no sentido de procurar bem cumprir as Leis de Deus é que nos livra do mal.
Por esta razão é que Jesus, sempre sábio, nos disse: “Orai e vigiai”
Isto quer dizer que devemos estar constantemente vigilantes sobre o que pensamos, sentimos e agimos. Só assim poderemos nos livrar do mal que tantas vezes nos chega através do pensamento e que desencadeia uma série de más ações que devemos evitar. As tentações mencionadas são tudo o que vai contra as Leis de Deus e que, em nosso intimo, conhecemos muito bem porque sabemos quando estamos nos desviando do bem e permitindo que o mal nos invada e até mesmo domine.
Deus não permite que o mal chegue ao filho que ora, vigia e cumpre suas Leis.
O Pai nos concedeu o livre arbítrio, sendo assim, a escolha do bem ou do mal, compete a nós, mas, todas as vezes que violarmos Suas Leis, seremos punidos, não exatamente por Ele, pois que é todo amor e bondade, mas sim, pelo próprio mecanismo de suas Leis que regem o universo e a nós.
O mal não foi criado por Deus. Surgiu do mau uso que o homem fez da liberdade que Deus lhe concedeu.

Amém ( Assim Seja )!

O encerramento desta oração deve ser a nossa intima disposição de confiarmos com fervor na vontade de Deus, sendo ela qual for.
Significa a nossa total submissão à Sua vontade, pois, sabemos ser ela, soberanamente boa e justa.
Se nossos pedidos não são atendidos, devemos compreender que Deus só faz e permite o que nos é bom e útil, ainda que, aos nossos olhos, assim não pareça.
O Pai que corrige seu filho não faz mais do que querer o seu bem para que no futuro ele não venha a sofrer. Exatamente como faz Deus, que é Pai de todos nós.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Encontre o Caminho


Encontre o Caminho


Basicamente, o ser humano tem, ao renascer na Terra, duas opções, dois caminhos a seguir em sua existência, são eles o bem e o mal. Tanto o bem, quanto o mal, têm seus atalhos e pontos neutros, significa dizer que, às vezes, o ser humano não escolhe apenas se imobiliza num desses pontos neutros que nada acrescentam à sua evolução.
Os atalhos que os dois caminhos oferecem são as ilusões. Ninguém pode fazer mal a outro alguém justificando fazê-lo pelo seu bem; e ninguém pode fazer bem a outro alguém se esse bem mascarar uma segunda intenção ou tolher do outro a oportunidade de buscar, por si só, as soluções para os seus problemas. Esses atalhos são perigosos e iludem com facilidade. Muitas vezes, os seres humanos preferem viver iludidos para não terem de se encontrarem, face a face, consigo mesmos, com sua real situação diante da vida.
A preferência pelos atalhos é arriscada, causa frustração, desespero, desânimo, tudo isso por conta de uma escolha cega e não raciocinada, medida e equilibrada.
As decisões que os seres humanos tomam, ao longo de suas vidas, lhes pertencerão para sempre, farão parte dos arquivos de suas histórias passadas, presentes e futuras, por essa razão é que toda e qualquer decisão necessita cautela, raciocínio. O egoísmo é uma das pedras no caminho da evolução humana, ele impulsiona a pessoa a decidir pelo “melhor” para si, sem atinar no mal que tal decisão pode causar e a quantos outros pode afetar de maneira negativa, é o atalho que ilude, que se mascara de bem sendo mal.
Fique bem claro, porém, que não ceder a caprichos dos outros, com vistas ao seu bem, não significa tomar um dos atalhos do mal, nem tampouco é uma situação na qual se esteja fazendo mal a alguém, mas sim esse é um dos atalhos do bem que pode ser interpretado, por aquele que lhe sofre a aplicação, equivocadamente, por mal.
Na verdade, o ser humano encarnado na Terra, trafega, a todo o instante pelos caminhos do bem e do mal, uma vez que aqui se encontra em fase de aprendizado, porém, o que determinará que ele viva relativamente em paz e prosperidade intima, é por qual caminho costuma com mais frequência trafegar.
O mal não apenas se faz, se pensa, e ao pensar mal, a pessoa se impregna dele, contagiando-se pela sua ação nociva e lançando, ao Universo, mais um mal pensamento que poderá vir a se unir a outros, formando assim uma força contrária ao bem.
Encontre o caminho. Não se iluda caindo nas armadilhas dos atalhos. Viva bem com os recursos que te foram confiados. Trace o seu roteiro, escolha a estrada, porém, seja responsável, pois só você responderá pelo bem, ou pelo mal que fizer, sentir ou pensar.
Decida, porém faça-o de forma consciente, pese, na balança da justiça, o resultado de suas decisões hoje, para que o futuro te seja, ou não, favorável.

Muita Luz,

Shàa e Anna em 24.08.2010

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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Evolução e Intolerância Religiosa



Evolução e Intolerância Religiosa

Observamos, nos dias atuais, fantástica evolução tecnológica. A informação é para todos e a todos alcança numa velocidade antes não imaginada.
Fruto do progresso intelectual do homem, a tecnologia avança sem cessar. A cada dia uma nova descoberta, uma nova maneira de realizar coisas e de obter facilidade e conforto. Isso tudo é muito natural, uma vez que o raciocínio humano tende sempre a se aprimorar.
Uma coisa, porém, continua a ser como a séculos passados, antes mesmo da vinda de Jesus ao planeta; essa “coisa” é a desunião e a intolerância entre as tantas raças e religiões espalhadas pelo globo. Assim foi assim é.
Se por um lado, o homem evolui intelectualmente, a passos largos, por outro continua com a mesma mentalidade que possuía há séculos perdidos no tempo.
Isso demonstra que a evolução humana, além de ser gradual, se concentra muito mais no material que no espiritual e isso é natural, uma vez que o espírito se encontra encarnado no planeta e aqui precisa viver com os recursos que estiverem disponíveis ao seu sustento e bem estar.
Sendo assim, a mesma desunião de antes, se repete hoje, pois o homem alimenta muito seu lado humano, material, em detrimento do espiritual que é, na verdade, a sua realidade de espírito eterno que, mais adiante, reclamará a negligencia sofrida, uma vez que da encarnação, para o outro plano, apenas levará suas boas obras, o bem que fez por si e pelos outros. Todo o resto aqui permanecerá e servirá a outros que de seus bens materiais se beneficiarão para seguirem vivendo suas encarnações. Nada se perde. Apenas alguns valores têm sido esquecidos no afã de viver cada vez mais e melhor em termos materiais, estéticos ou que, de alguma forma, alimentem egos através do status.
Evoluir é o desejo do homem, porém, uma vez encarnado, essa evolução se limita ao momento e à frágil vida humana que, de um instante para o outro pode ser interrompida. Não há preocupação em equilibrar as duas asas da evolução que são espírito e matéria e que permitem ao homem viver em harmonia. È mesmo, por conta desse desequilíbrio, que o homem vive hoje insatisfeito e sujeito às mais ferrenhas obsessões, que são o resultado da má distribuição do peso de suas asas evolutivas.
Se tudo e todos evoluem, por qual razão então condenar as religiões à estagnação? Por que não evoluem as religiões? Ou, se evoluem, é a passos lentos, quase imperceptíveis que o fazem? Por qual razão ainda há intolerância e desunião religiosas?
A resposta está no homem, na sua negligencia espiritual e em seu pouco envolvimento com o Sagrado e consigo mesmo. Por vezes, interesses pessoais impedem que as religiões evoluam, pois, uma vez educado e esclarecido o homem, sua fé também deixa de ser cega para ser raciocinada e abrangente.
O homem espiritualizado é racional em sua fé, não se limita a crer sem observar e sempre busca melhores maneiras de se relacionar com a religião que lhe toca o coração. Está sempre revendo posturas, valores e formas de culto, colabora dessa maneira com a evolução da religião de sua preferência, impulsionando-a adiante juntamente com outros que compartilham da mesma fé, eis ai um exemplo de evolução religiosa. Essa evolução só é possível com o envolvimento e a boa vontade do homem.
Quanto à intolerância, essa somente deixará de existir quando o homem, em sã consciência, desenvolver em si o respeito por tudo e por todos. Trata-se de educação que se inicia no berço e que acompanha o homem em outros mundos onde haverá de seguir vivendo em plenitude, ou não, com as Leis de Deus.

Muita Luz,

Shàa e Anna em 17.08.10

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Umbanda é paz e amor, é um ...





Umbanda é Luz, Fé, Caridade, Amor e Devoção.

É Luz que se ascende sempre na direção do bem, do melhor.
Nada espera em troca, nem exige.

Trabalha, cala e segue porque confia em quem a dirige, o Cristo Jesus!

Axé a todos,

Maria Bahiana 13.12.2006 - Psicografia de Annapon -

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ser fardo

Epílogo

EPÍLOGO

13.11.2003- Anna Ponzetta -


Morto.
Quem?
Ele ali, pobre coitado!
Como foi?
Foi atropelado.
Por quem?
Por alguém.
Alguém quem?
Alguém que dirigia.
Dirigia o que?
Um automóvel.
O motorista não viu o homem?
Penso que não.
Ou o homem não viu o motorista?
Vá saber!
O fato é que está morto.
E agora?
Agora o que?
O que fazer?
Chamar as autoridades e, principalmente orar e pedir por sua alma.
Sem desespero, sem desconsolo, sem ansiedade.
Olhar para o céu e chamar por Jesus, por sua infinita bondade, por seus mensageiros incansáveis.
Para que tenham misericórdia agora e ao romper da aurora de uma nova realidade.
Que realidade?
A do espírito.
O que?
Ora, não me diga que ainda não sabe!
Não sei o que?
Que somos os autores de tão triste fatalidade.
Não entendo.
Pense um pouco.
Pensar em que?
Na fatalidade.
No acidente, você quer dizer.
Pode ser.
Ora, não me confunda.
Como poderia confundi-lo?
Está me confundindo com esta conversa que não estou entendendo.
Pois bem, vou explicar....
Por favor, vá em frente.
Olhe bem para o homem.
Já olhei.
Olhe ainda uma vez, com calma, com atenção.
Sim, entendo agora o que quer dizer.
Ele é alguém que outrora, desejou que eu não continuasse a viver.
Quem é você? Como pude me lembrar de alguém que nunca, nesta vida conheci?
Disse bem meu irmão, nessa vida não.
Ah! Que confusão!
Confusão não.
Não me respondeu quem é você.
Julga necessário?
Mas é claro.
Claro não é não.
Vou me embora, não quero mais saber dessa estória.
Espere um pouco, logo você vai entender.
Entender o que homem?
Segure a minha mão.
Para que?
Para que possamos despertar este irmão e seguirmos juntos para outra dimensão.
O que? Então...
Sim meu irmão. Sou seu Anjo Guardião.

Só prá refletir

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Espiritismo e Umbanda

Curitiba, 27 de julho de 2010



Breve reflexão sobre Espiritismo e Umbanda



A obra Espírita codificada por Kardec é um conjunto de comunicações transmitidas pelos Espíritos a vários médiuns espalhados pelo mundo ao mesmo tempo.

Nisso reside o pilar do Espiritismo, a concordância das mensagens recebidas por médiuns absolutamente desconhecidos uns dos outros.
Pode-se observar ai, a quebra do individual pelo coletivo e nessa idéia, nessa maneira de proceder dos Espíritos, há sabedoria.

As revelações não são privilégios, portanto, de um só homem, mas sim de vários homens e de vários Espíritos que as transmitiram, pertencendo a todos e ao mesmo tempo, a ninguém cedendo o direito de detê-las, nem para si, nem como verdades absolutas que dispensem revisões e complementos.

A obra Espírita é para todos e a grande prova disso é que recebeu colaboração de médiuns de países diversos imersos em culturas e religiões diferentes.

No caso da Umbanda, que não foi codificada, não é muito diferente a essência da mensagem, uma vez que agrega não apenas Espíritos de etnias diversas, mas também de cultura, religiões, rituais diversos.

Cada Espírito que se manifesta através dos médiuns de Umbanda traz consigo uma parte da Grande Verdade, que é Universal e que se une, forçosamente, a outras para ser coerente e sólida.

Assim como os Espíritos que trouxeram a codificação para Kardec, os que militam na Umbanda também trazem cada um a sua maneira, o reforço, o endosso da palavra evangélica dos textos e obras kardequianas e, se são tão diversos na forma, são muito parecidos, ou iguais, em sua essência.

A Umbanda prega a fé, o amor e a caridade, sendo, essa última, seu alicerce, ora, Kardec afirma: “Fora da Caridade não há salvação”, portanto, a missão da Umbanda em nada difere dessa orientação.

Se a obra Espírita trouxe luz e compreensão sobre a origem do ser humano, para que está na Terra e para onde vai após a morte, através dos livros e dos estudos, onde se aprende as Leis de causa e efeito, ação e reação, reencarnação, a Umbanda, em contra partida, traz à Terra a mesma mensagem de outra maneira. É através da palavra, do contato com as pessoas que os Espíritos trabalhadores de Umbanda o fazem por intermédio dos médiuns; mesma mensagem transmitida de forma diferente e para um grupo de pessoas que assimilam esses ensinamentos pelo contato pessoal e não através de livros.

A parte ritualista da Umbanda e de outras religiões é uma forma de o ser poder, com mais facilidade, conectar-se com o Sagrado que existe em cada um.

Quem pode afirmar, categoricamente, que os Espíritos responsáveis pela codificação Espírita, não são os mesmos que levam, com amor, carinho e atenção, ensinamentos, palavras de encorajamento e de fé aos filhos de Deus que comparecem nos terreiros em busca de auxilio?

Quem pode dizer que a orientação dos Espíritos, ali engajados, é diferente de todo o conteúdo Espírita escrito e codificado?

O preconceito e a falta de informação denigrem a real intenção e o objetivo da Umbanda que é iluminar consciências, muitas vezes através de parábolas, como por exemplo, seus cânticos e contos, maneiras simples, mas efetivas de se chegar aos corações que ali buscam amparo e auxilio.

Que a Luz da razão a todos ilumine e que o amor seja o alicerce firme onde resida a vossa fé.


Texto: Anna em parceira com Shàa.

UMBANDA ESTUDO: Exú Veludo

UMBANDA ESTUDO: Exú Veludo

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Respeito

Curitiba, 03 de agosto de 2010


Respeito


A base de todo o bom e saudável relacionamento é o respeito.

Por viver em sociedade, deve o ser humano observar uma série de leis, normas, procedimentos, etc., que tem por dever respeitar para que possa viver harmonicamente com os outros, isso é fato.

Respeitar o outro, porém, no convívio diário, seja familiar, no trabalho, no templo, requer ainda mais cuidado, pois que são relacionamentos emocionais envolventes.

No caso dos templos em geral, o respeito é regra básica. A partir do momento em que se pisa o chão de um templo, mesmo que não seja da religião preferencial daquele que ali comparece, é com respeito que a pessoa deve fazê-lo, mesmo porque foi atraído ao templo por alguma razão e ai já podemos perceber que não apenas o templo deve ser respeitado, mas todos os que ali estão.

As religiões que utilizam a mediunidade como forma de praticar a caridade e o auxilio ao próximo, enfrentam, muitas vezes, o escárnio desrespeitoso dos que não as compreendem, porém, a essa carência de respeito não se devem ater nem as religiões, nem tampouco os médiuns que ali trabalham, mas, uma vez que alguém busque auxilio num templo que utilize a mediunidade como ferramenta de auxilio, observar o devido respeito para com o médium e para com a entidade comunicante não apenas é questão de respeito, mas também de boa educação e senso de oportunidade.

Se o respeito é fator primordial para um bom convívio social, não é menos importante quando se busca ajuda pelas vias da mediunidade, aliás, requer respeito duplo, pois são duas inteligências que ali estão dispostas a ajudar e que merecem todo o respeito por parte de todos e não apenas dos que os buscam a procura de auxílio.

Observar o respeito pelo templo, pelos médiuns e pelos espíritos desencarnados que ali se manifestam para servir em nome do Sagrado é, pois regra a ser seguida por todos, porém, muito mais por aqueles que compõem o grupo não apenas mediúnico, mas também de apoio ao templo. Esses devem, obrigatoriamente, respeitar-se não apenas entre si, mas também a toda e qualquer entidade que venha a se aproximar ou trabalhar com seus irmãos de fé e de ideal.

“Amar ao próximo como a si mesmo”, palavras eternizadas pelo Divino Mestre, referem-se ao respeito que o ser humano deve ter por todos assim como quer ser respeitado, pois o outro, seja espírito liberto da matéria ou encarnado, é seu próximo e como tal deve ser respeitado.

Um templo só resiste ao tempo e às investidas do mal se abrigar em seu seio o respeito, o amor e a paz, virtudes a serem cultivadas por aqueles que ali se reúnem em Nome do Senhor.

Muita Luz a todos,


São os votos de Shaà e Anna

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