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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Shaà, um amigo espiritual

Olá,
Nesse blog voces lerão algumas mensagens assinadas por um amigo espiritual chamado Shaà.
Eu o conheci, nesta encarnação, há alguns anos num trabalho mediúnico. Com o tempo ele foi transmitindo algumas mensagens e só pude vê-lo, através da faculdade da vidência, após três anos de trabalhos.
Ele então se apresentou vestindo roupas típicas da India. Seu turbante traz uma pedra que normalmente é vermelha, porém, muda de cor de acordo com o trabalho a ser realizado.
Shaà é uma entidade que se ocupa da saúde emocional e perispiritual de nós encarnados. Costuma trabalhar com cristais e cromoterapia, além de sempre trazer boas mensagens que nos remetem à reflexão.
Sei que estive com esse amigo em outra encarnação e que somos ligados pelos laços da afinidade e, de minha parte, só tenho a agradecer a Deus pela oportunidade de servir como instrumento a esse amigo tão querido de todos nós.
Deixo a todos um abraço,
Annapon

terça-feira, 25 de maio de 2010

Separação

SEPARAÇÃO


Dicionário:
Separar: Desunir, dividir, isolar, afastar, apartar um do outro,…

Cap.XXII, O Evangelho Segundo o Espiritismo: “Não separeis o que Deus juntou”.

Segundo o Evangelho, Deus criou o homem e a mulher para que, unidos pela afeição mutua, operassem a renovação dos espíritos que deixam a carne e que necessitam retornar a ela para evoluírem e, a Lei Divina que neste caso se deve aplicar é a Lei do amor, da afinidade sincera desprovida de preconceitos ou de quaisquer Leis instituídas pelos homens.

Quando a Lei de amor é observada e por ela se unem um homem e uma mulher é que a máxima “Não Separeis o que Deus juntou” faz todo o sentido, pois, é por esta lei que Deus quis que se unissem homem e mulher, não por interesses materiais ou por caprichos tão comuns aos seres imaturos.

Se a Lei de amor não preside a união, o que se une a força, contrariando de alguma forma a Lei, se separa por si só. (Evang.mesmo cap.).
Exemplos: Imposição por parte da família, interesses materiais, gravidez indesejada, sair da casa dos pais e afastar-se do convívio com os familiares, etc.
Todos os exemplos citados têm grandes chances de terminarem em dolorosas e exaustivas separações porque as escolhas foram erradas, portanto, podemos sim escolher equivocadamente os nossos parceiros quando não observamos a Lei de Amor.

Há os que crêem terem se unido ao outro respeitando a Lei de amor, mas, se fizerem uma analise fria sobre o assunto, interrogando a si próprios, fatalmente encontrarão nas entrelinhas de suas convicções algo de vaidade, orgulho ou ideal de vida que os outros esperam dele e aprovam, ou seja, a família e a sociedade esperam que o individuo que atingiu uma certa idade se case, tenha filhos e enfim forme uma família.
Muitas vezes as uniões acontecem para que não se frustrem as famílias nem a sociedade e, algumas vezes as pessoas envolvidas neste tipo de esquema totalmente humano, chegam a pensar que amam de verdade para minimizarem de alguma forma suas próprias frustrações, criando um mecanismo de defesa que o isenta de culpa naquele momento,mas, que a continuidade da vida, um dia cobrará, fazendo com que a mascara criada venha a cair.
Dessas uniões mal alicerçadas é que surgem as rupturas.

O Espiritismo é contra a separação?

Não. O Espiritismo não incentiva a separação mas, afirma que ninguém é obrigado a conviver com quem lhe desagrada, ainda que, por algumas vezes, seja essa convivência necessária.( resgates de dividas do passado, necessidade do casal em receber por filhos, espíritos a eles ligados e que necessitam desta união para progredirem, etc.).
Nesses casos, o planejamento que foi feito no plano espiritual, está sendo atendido, mas, dotado de livre-arbítrio, nem sempre o homem concretiza esta programação, fato que não o dispensa do pagamento das dividas contraídas com quem quer que seja.
Sem duvida o casamento é uma oportunidade de resgate, de provas, assim como o é igualmente a separação.

Uniões que ameacem a integridade física e psicológica de um dos cônjuges, que ameacem a sadia evolução dos filhos que por eles foram gerados, não devem ser estimuladas a continuarem, uma vez que, dessas uniões, o resultado pode vir a ser a morte, o desvio de conduta dos filhos e uma série de outras conseqüências nocivas ao progresso de todos.

Uma das principais razões de separações tão comuns nos dias de hoje é a imaturidade das pessoas.
Imaturidade emocional, psicológica e espiritual, pois, pouca importância se dá ao aspecto religioso, nos dias atuais, dentro dos lares.
A corrida pela sobrevivência e a competição acirrada são as grandes preocupações das famílias, relegando a terceiro ou quarto, ou até a plano algum a religiosidade, privando assim os jovens de buscarem a Deus no seu dia a dia e em suas dificuldades.

Há ainda o fator facilidade e aceitação quanto à separação hoje em dia. Tanto que, alguns já vão para o altar pensando que se a união não der certo, será fácil separar-se e, para a mulher de hoje, ser separada não a coloca à margem da sociedade, ela é aceita com naturalidade, como se fosse solteira.
Todos esses aspectos colaboram com as separações, mas, se colaboram tanto é justamente porque a Lei de Amor não foi observada, pois, onde há amor, a separação não é nem mesmo cogitada, ao contrário, onde há amor buscam-se soluções, e isso implica em maturidade.

A reencarnação não nos obriga a nada, somos livres para escolher os nossos caminhos e as pessoas que a nós se unirão na jornada.

Se escolhermos e não formos escolhidos, não devemos por esta razão unirmo-nos a primeira pessoa que aparecer em nosso caminho disposto a assumir compromisso conosco. A rejeição de alguém para conosco pode ter significados dos mais diversos, mas, certo é que devemos refletir, analisar e respeitar as escolhas dos outros traçando novos caminhos para nossas vidas, seguindo sempre adiante.

Se temos compromissos espirituais com alguém, o fato de não nos casarmos com essa pessoa não nos dispensa do compromisso com ela. Outras formas de assumirmos e resgatarmos esses compromissos contraídos surgirão.
Assim como o fato de nos separarmos fisicamente de alguém não significa que rompemos com o outro vínculos emocionais e espirituais só porque passamos a viver em casas separadas, antes sim, necessário é que se refaçam esses vínculos sob bases positivas, ou seja, quer vivamos juntos ou separados, necessitamos viver bem, dando oportunidade a todos de usufruírem boa convivência conosco, principalmente dando esta oportunidade aos nossos filhos que, totalmente fragilizados diante destas questões, necessitam do equilíbrio dos pais para que possam compreender com clareza e verdade os motivos pelos quais seus pais estão se separando.

Atendendo ou não à uma previa combinação espiritual quanto ao casamento, a família é e sempre será a mais valiosa oportunidade de progresso dos seres humanos porque é através dela que os sentimentos de amor, solidariedade, compreensão e afeto, afloram nos seres humanos, desde os mais rudes até os mais cultos e educados dos homens sobre a Terra.

Em palestra proferida na Fed.Esp. do Estado do RJ, em Niterói no dia 29.08.2004, a Ministra do Superior Tribunal de Justiça, Fátima Nancy Andrighi, abordou o tema “Juizados de Família e o Espiritismo”.
Uma das suas citações mais felizes e que “deveria” nortear todos aqueles que buscam o litígio para separarem-se é a seguinte:

“Tenho plena consciência que o ideal seria que as leis nunca precisassem ser aplicadas e que os tribunais nunca viessem a proferir sentenças”.

A Ministra defende e luta pela criação de um Juizado Especial para atender casais que buscam a justiça para separarem-se.
Enfatiza que o ideal seria que os casais resolvessem entre si e de forma amigável, as questões materiais e principalmente as questões emocionais que envolvem a separação. Como a realidade ainda está distante deste ideal, luta para que a justiça se reforme e ofereça aos litigantes, meios e tempo para que esse ideal aconteça aos poucos, ou seja, propõe que juizes e advogados busquem humanizar as questões que envolvem a separação litigiosa formando equipes de acompanhamento com outros profissionais durante o processo.
Esses profissionais seriam; assistentes sociais, psicólogos, pedagogos, psico-terapeutas, terapeuta familiar.

O que se pretende quando equipes como essas se formam, é a diluição do conflito, não a sua solução onde sempre existirá a idéia de ganhos e perdas de causas quando uma sentença é proferida.

O que se pretende é que, mesmo diante de uma situação limite como é a separação litigiosa, estimular entre as partes um acordo amigável, esclarecendo que poupa-se assim tempo e eventuais desgastes emocionais que sempre acompanham estes processos.

A Ministra coloca ainda que o juiz ideal para as questões de família deveria ser assim:
Pacificador, Serenador de almas, esforçando-se ao máximo para se despir da postura moralista ou apenas critica, proporcionando ao casal em litígio, o conforto e a solidariedade necessárias à humanização desta verdadeira arena gladiatória que vive o casal naquele momento.

Estimular separações amigáveis onde a relação pai e mãe deve continuar além da separação e com vistas à estabilidade emocional, financeira e psicológica dos filhos, é o grande desafio da justiça moderna e é o nosso dever como Cristãos.

Palestra nr.2 –Quarta-feira-12.10.2005-Anna Ponzetta-Shaá-...
Fontes de Pesquisa:
O Evang.Seg.o Espiritismo-Cap.XXII-
Site: Terra Espiritual – www.terraespiritual.locaweb.com.br
Site: Fundação Espírita André Luiz – Feal – www.feal.com.br
Site: Federação Espírita Brasileira – www.cura.metafisica.com.br
Site: Juizados Especiais de família e o Espiritismo – http://bdjur.stj.gov.br

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Mensagem aos médiuns Umbandistas

Filhos de Deus,

Que o amparo Divino seja convosco.
Tomo a liberdade de vir falar-lhes um pouco por justa necessidade, sendo para tanto, autorizado.
Os Sagrados Orixás da Umbanda existem desde tempos que a memória humana não consegue registrar, justamente porque estamos falando em termos universais e da Criação de Deus.
Desde sempre, portanto, irradiam à humanidade suas “qualidades” ou atribuições, por exemplo: fé, amor, justiça, lei, etc.
Sendo essencialmente Divinos, jamais se materializaram. Na matéria tiveram sim seus representantes, ainda os tendo e têm seus trabalhadores que são espíritos que em nome deles, trabalham pelo bem, evolução e progresso do ser humano em todos os pontos deste imenso planeta azul, ou seja, estiveram e estão em todas as religiões existentes sobre a face da Terra por serem vibrações e energias puras pulsando pela humanidade do Divino e Soberano Criador.
Acima expus, a primeira das muitas confusões acerca de nossa Iluminada e Divina Umbanda, mal compreendida pelo total desconhecimento das pessoas quanto às suas origens e missão, que, basicamente é acelerar o processo evolutivo do ser humano, fazendo com que ele retorne a ter contato com a natureza e com o Divino, manipulando energias tão antigas quanto antigo é o Planeta.
Costuma-se crer que, os Sagrados Orixás, “vieram” para o Brasil junto com os navios negreiros, como podemos perceber, isto não é verdade. O que os negros de Deus trouxeram foi uma das muitas formas de culto à estas Divindades.
A Umbanda é a religião que em si reúne várias, por esta razão, respeita todas as outras, do contrário não respeitaria a si própria.
O médium de Umbanda é um Sacerdote e, como tal, deve conduzir a si mesmo com muito cuidado, desenvolvendo-se dentro de um clima sério e apropriado.
Não basta apenas ser instrumento dos guias espirituais, deve lapidar a si próprio para vir a se tornar um bom instrumento. Aquele no qual a espiritualidade confia para cumprir sua missão.
Deve cuidar de sua mediunidade como cuida de seu próprio corpo, ou seja, deve higienizar sua mente diariamente retirando de lá toda a eventual “sujeira” que, exemplificando seria:

Rancor, raiva, inveja, ciúme, orgulho, vaidade, etc.
Tal “limpeza” pode ser feita de várias maneiras, todas muito simples e relativamente rápidas, vamos a alguns exemplos:

Oração:
Por si, reconhecendo com sinceridade que tipo de “sujeira” está instalada em seu mental e pedindo o auxílio dos mensageiros de Deus para que gradativamente a limpeza seja feita, pois, nenhum ser humano se livra de uma hora para a outra de suas imperfeições morais. Reconhecê-las sim, é sinal que o ser está começando a amadurecer e se colocando no caminho de seu progresso pessoal, evolutivo e espiritual.

Meditação.
Na quietude de sua mente buscar, no mais profundo de seu íntimo, a identificação de suas “sujeiras” mentais, catalogando-as, pode se sentir, por onde começar o trabalho de faxina, sempre, porém, pedindo o amparo e o auxilio da espiritualidade, mas, jamais abandonando esta busca tão necessária ao progresso individual que fatalmente resulta em expansão, uma vez que, todo aquele que se ilumina, clareia e reluz a maioria dos que estão a sua volta.

Reflexão.
Ser honesto consigo reconhecendo com humildade suas dificuldades, limites e refletindo sobre estas questões, sobre como suas atitudes estão repercutindo nos outros e em si mesmo, refletir é analisar honestamente a si próprio com o objetivo de melhorar sempre.

Estes são apenas alguns exemplos de como um “aspirante” a Sacerdote de Umbanda deve conduzir a si, conseqüentemente conduzindo sua mediunidade, pois que ela faz parte do individuo.
Não posso deixar de comentar sobre o estudo através de boas leituras, ou seja, de autores confiáveis que gozam de respeito no meio Umbandista. Isto é importante porque sabemos existir toda uma literatura vulgar presa a opiniões de
leigos e até mesmo de bem intencionados autores, mas que, não traz em si beneficio nenhum por ser uma literatura mais emocional que instrutiva.
De médiuns vulgares e oportunistas, não só a Umbanda como outras religiões, possuem aos montes. Eles denigrem a imagem da religião e confundem as pessoas que, uma vez vitimas de tais “médiuns”, nunca mais voltam a buscar este tipo de auxilio espiritual e o que é pior, passam a julgar toda uma religião com base nesse mau médium que o atendeu. Com este comentário quero despertar em suas consciências, a responsabilidade quanto a ser um médium Umbandista e posterior Sacerdote.
No mais é só trabalho, dedicação, estudo. Comunhão.
Aperfeiçoar, unir, dividir o que se sabe com humildade, tolerando a dificuldade dos outros em compreenderem e assimilarem, sendo objetivos em suas instruções e naquelas passadas pela espiritualidade.
Todo o bem que se deseja e todo o trabalho em nome desse bem seja o Lema que os haverá de sustentar, guiar e conduzir pelos caminhos que certamente os levarão a redenção, à remissão dos erros e á aurora de um novo dia que se iniciará no exato instante que, seus corações, já fracos e redimidos se renderão ao Poder Soberano e Infinito, D”Aquele que os criou.

Primeiro Fé;

Depois coragem;

Confiança, depois lealdade.

Integridade, humildade.

Submissão e, o mais importante de tudo:

Amor, caridade, perseverança e a certeza intima de que se está no caminho certo.
Paz, harmonia e Luz sejam agora e para Todo o Sempre, em Sua casa.
Seu amigo,

Shaà


20.07.2005 (psicografado por Anna Ponzetta)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Homenagem a Nanã Buruque

Yemanja

Apaixonar-se pelo trabalho


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Saber ajudar

Curitiba, 28.01.10

Saber ajudar

A solidariedade é nobre, porém, ser solidário também é uma arte.
A arte de saber ajudar se constitui, basicamente, em:
- não ir além de suas possibilidades, quando se é o doador;
- nem tampouco, o que recebe deve do auxílio recebido abusar, crendo ser seu benfeitor obrigado a ajudá-lo por alguma razão.
Só ajuda quem oferece de coração, nada em troca esperando ou exigindo, ainda que veladamente.
Aquele que é beneficiado, só o é realmente, se agradecer a ajuda sem jamais se tornar uma cruz a mais na vida de seu beneficiário.
Quem ajuda compadecendo-se extremamente, sem analisar a real necessidade daquele que sofre, corre o risco de atrapalhá-lo, constrangendo-o ou escravizando-o nas malhas da dependência, que é nociva.
Aquele que é ajudado e do auxílio recebido abusa ou se torna dependente, diminui sua marcha evolutiva e afasta, definitivamente, agindo assim, seu beneficiário.
Por essas razões, um alerta:
Ajude na medida certa.
Receba e se fortaleça agradecendo e seguindo em frente sem tornar-se dependente.
Ajude sem se envolver. Cada um tem sua cruz e aquele que muito se envolve pode acabar arranjando para si e, para o outro, um problema ainda maior.
Receba, agradeça, porém nada mais espere além de tuas próprias forças e honradez, do contrário o beneficio, tão necessário, irá se apartar de ti.
Ajudar e receber ajuda tem limites. Para a segurança de ambos é necessário que haja humildade, sabedoria, discernimento, bom senso e fé, pois esta última, tudo crê, tudo espera D’Aquele que dá, a cada um, segundo a sua real necessidade.
Dar e receber na medida certa conserva amizades, parentes, irmãos de fé ou de ideal.
O contrário é frustração, decepção, tristeza.

Annapon

A História de Pai Inácio



Essa obra foi escrita por mim e transmitida por Pai Inácio. Um grande amigo espiritual de todos. Leiam essa emocionante história de vida que ele nos conta!
Obrigada!

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